sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

D. PEDRO II, O CRIADOR DA FLORESTA DA TIJUCA


 Em 1844, após uma grande seca D. Pedro II do Brasil, propôs as desapropriações das lavouras de café e o plantio das áreas para salvar os mananciais do Rio. Em 1846, começaram as desapropriações de sítios cafeicultores a pedido do Imperador D. Pedro II. Em 1860 foram criadas a Floresta da Tijuca e a Floresta das Paineiras.

Projeto idealizado por D. Pedro II, que pretendia recuperar toda a área com um vasto reflorestamento, em nome das nascentes dos principais rios que abasteciam a cidade como seu grande gosto pela ecologia e estudo da botânica. 

Foi a maior recuperação ambiental de todo mundo no século XIX e a maior recuperação ambiental do Brasil até hoje.

Manuel Archer e Tomás da Gama, foram respectivamente seus administradores e, possivelmente, cerca de 1.000.000.000 bilhão de árvores sem ajuda de uma tecnologia não existente na época foram plantadas manualmente entre 1846 e 1860. De 1875 a 1888, o Barão Gastão H. de Escragnolle foi o responsável pela Floresta da Tijuca.

Após a proclamação da República em 1889 e até 1890, pouco se fez e a partir de 1890 ficou sob guarda do Ministério da Viação, posteriormente da Saúde e, depois, da Agricultura.

De 1943 a 1976, a parte da Floresta da Tijuca esteve sob a guarda e a fiscalização da Prefeitura do Distrito Federal, depois, do Estado da Guanabara e do Município do Estado do Rio. As demais florestas protetoras de mananciais permaneceram com o Ministério da Agricultura desde 1941 até a criação do Parque.

Talvez mais do que em qualquer outro Parque Nacional, no da Tijuca ressalta o reflexo sócio econômico que a vizinhança traz para o adensamento demográfico da urbe.

Possui cerca de 59,91 km², sendo o segundo menor Parque Nacional do Brasil. Porém o maior Parque ambiental Urbano do Mundo. A cidade do Rio de Janeiro é o único grande centro urbano que possui um parque florestal de dimensão nacional no mundo.

Porém sua fauna, flora e dimensões estão diminuindo a cada ano.

A urbanização desregrada, favelas, queimadas e desmatamento são os principais responsáveis pelo fim do Parque.

O Parque Nacional da Tijuca é atualmente apenas 36% da área original que D. Pedro II reflorestou.

Nas primeiras décadas de República a Floresta não recebeu nenhum tipo de cuidado e preservação.

Um dos fatos mais interessantes que explicam uma grande parcela dos 64% de Parque destruído foi a Proclamação da República em 1889.

Com a Abolição da Escravatura em 1888, onde citava que todo ex-escravo receberia uma ajuda de custo e benefícios do governo para começar sua nova vida de liberdade.

Entretanto devido a encargos e burocracias parlamentares esse tópico importante do processo da Abolição criada por Pedro II e assinada por Princesa Isabel foi adiado para um pouco mais de 1 ano após a Lei Áurea. Sendo que a Monarquia Parlamentarista foi derrubada em um Golpe Militar algumas semanas antes do plano de ajuda aos ex-escravos chegarem a suas mãos. Plano idealizado por D. Pedro II e sua filha Princesa Isabel, que inicialmente começaram com recursos próprios e suporte de amigos milionários da época como o Barão de Santa Vitoria e o Visconde de Mauá (que ao contrário do que muitos pensam, nunca foi inimigo da monarquia e muito pelo ao contrário, mesmo depois da falência manteve correspondências com Dona Isabel e D. Pedro II sobre os avanços abolicionistas).

Apenas 5 semanas dividiram o futuro daquelas pessoas e os nossos...

Isso resultou miséria, desigualdade social extrema e violência sem tamanho.

Os ex-cativos por toda a vida foram totalmente dependentes de seus donos, isso inclui alimento e moradia, sendo livres, essa dependência acaba tanto no lado monstruoso que foi a escravidão, mas também gerando novos problemas sociais que duram até os dias atuais.

Os negros libertos roubavam inicialmente para comer e para ter o mínimo de recursos para sobrevivência.

Estamos falando de uma época que ninguém daria emprego aos ex-escravos, principalmente pelo preconceito gerado de séculos de escravidão, onde até hoje percebemos vestígios.

A solução de moradia seriam lugares onde não fossem terras particulares e que estivessem próximas ao centro urbano para facilitar a procura e as chances de um emprego honesto ou até mesmo para os furtos.

As montanhas cercam e são extremamente próximas a cidade, eram áreas públicas, mas totalmente abandonadas no começo da República, lugar perfeito para a construção de pequenas moradias.

Não existiu nenhum controle por parte do governo a respeito das novas construções irregulares e muito menos a preocupação com quem iria habitá-las.

Os registros da cidade do Rio de Janeiro da Biblioteca Nacional deixam claro que as primeiras pequenas favelas surgiram justamente nesse período de transição do Império para a República.

Sem dúvida a degradação da Floresta da Tijuca seria muito mais branda se providências fossem tomadas naquela época.

Atualmente a população de milhões de pessoas residindo nessas terras impossibilitam a remoção das favelas e o reflorestamento da área.

Estudos do IHGB e FGV entre 1990 e 2010, concluíram que se o reinado de Pedro II ou a continuação de seus planos por sua filha Princesa Isabel tivessem mais 12 anos de duração, 87% das favelas e por consequência 60% da violência e tráfico de drogas não existiriam na cidade do Rio de Janeiro e provavelmente em outras grandes metrópoles que emergiam na época.

© EQUIPE PEDRO II DO BRASIL 

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quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

O PODER DO SILÊNCIO


"Quem precisa gritar, já perdeu. 
Quem precisa provar, já se ajoelhou."

O ignorante sobrevive do seu combustível: a sua reação.

E cada vez que você tenta “mostrar que tem razão”, você entrega exatamente o que ele queria: o seu poder!!!

Silenciar não é ser fraco. É fazer o outro implorar por atenção que nunca vai receber.

É esmagar o ego dele sem precisar mover um dedo.

Você é forte o bastante para vencer sem responder? Ou ainda precisa se justificar para quem nunca mereceu ouvir sua voz?

Já destruiu alguém só ficando em silêncio?

#SilêncioQueMata #ForçaMental #EstratégiaDeGuerreiro #PsicologiaReversa #MenteIndomável


Texto adaptado: Pery Salgado (jornalista)
Imagens: arquivo CULTURARTE
Realização: PR PRODUÇÕES









quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

Pessoas que tomam café sem açúcar costumam ter essas 9 atitudes em comum

 Tomar café preto pode dizer mais sobre você do que imagina; veja o que dizem os estudos


O que sua preferência por café preto diz sobre sua personalidade? 

Pode parecer apenas um hábito trivial, mas a escolha pelo café puro e sem açúcar revela muito mais do que um simples gosto pelo amargo.

Segundo estudos em psicologia comportamental, o modo como você consome café pode refletir traços marcantes da sua personalidade, como autodisciplina, independência, foco e até consciência ambiental.

Descubra o que a ciência tem a dizer sobre os traços de personalidade mais comuns entre quem prefere o café puro e entenda por que essa bebida intensa pode estar ligada a um estilo de vida igualmente forte e autêntico.

9 atitudes em comum entre as pessoas que prefere beber café puro 

A pequena decisão de beber um café puro, para além dos benefícios à saúde, muitas vezes esconde um perfil psicológico mais profundo. Saiba quais são:

1. Simplicidade é o lema

Quem bebe café preto costuma buscar o essencial em tudo. Sem adições, sem distrações, apenas o sabor puro da bebida.

Essa predileção pela simplicidade também se reflete em outros aspectos da vida: escolhas objetivas, rotina organizada e menor tolerância a excessos.

2. Alto nível de disciplina

Pessoas que optam por café sem açúcar demonstram, segundo pesquisas, um maior grau de autodisciplina e foco. É o tipo de indivíduo que valoriza a eficiência, a pontualidade e tem uma clara orientação para metas.

Esse hábito está alinhado com um estilo de vida mais consciente, em que cada escolha tem propósito.

3. Persistência que impressiona

Beber café amargo exige uma adaptação do paladar e isso diz muito. Quem aprecia esse sabor tende a demonstrar mais tolerância ao desconforto inicial em troca de benefícios a longo prazo.

É a clássica mentalidade de “trabalhar duro agora para colher depois”.

4. Abertura ao amargo da vida

Embora não signifique algo negativo, o gosto pelo café preto pode estar ligado a uma maior tolerância ao estresse e a experiências mais intensas.

Algumas pesquisas até apontam uma leve correlação com uma frieza emocional estratégica, aquela necessária para enfrentar situações difíceis com clareza.

5. Consciência nutricional

Quem evita açúcar no café costuma ter uma preocupação maior com a saúde. O café preto, por ser praticamente livre de calorias e rico em antioxidantes naturais, encaixa-se bem em dietas equilibradas.

Essa escolha também costuma estar associada à leitura de rótulos, controle de ingestão calórica e busca por hábitos alimentares mais limpos.

6. Independência de pensamento

Em um mundo repleto de tendências e modismos, especialmente no universo dos cafés gourmet, os apreciadores do café puro nadam contra a corrente.

Eles sabem o que gostam e não precisam de validação externa para fazer suas escolhas. Isso demonstra uma autonomia de julgamento e um forte senso de identidade.

7. Equilíbrio emocional

A cafeína, quando consumida de forma moderada e sem o açúcar que causa picos de energia, ajuda a manter o foco e a estabilidade emocional ao longo do dia.

Pessoas que optam por café sem açúcar costumam ter maior controle sobre suas reações, mais paciência e resiliência diante das pressões cotidianas. 

8. Estímulo com responsabilidade

O café sem açúcar oferece uma dose potente de energia, sem os excessos de doces ou cremes. Isso combina com um perfil que gosta de se manter ativo e motivado, mas com responsabilidade.

É comum encontrar nesses indivíduos o gosto por atividades que exigem concentração, como leitura, esportes leves ou trabalho criativo.

9. Escolhas éticas e sustentáveis

Muitas vezes, optar pelo café puro é também um gesto ecológico. Sem aditivos, há menos lixo, menor consumo de recursos e menor impacto ambiental.

Além disso, consumidores conscientes tendem a escolher cafés de origem justa, preferem canecas reutilizáveis e se preocupam com a procedência dos produtos que consomem.

O café preto para além do paladar

Escolher café sem açúcar não é apenas uma questão de gosto, mas um reflexo de valores. Simplicidade, disciplina, independência, cuidado com o corpo e com o planeta são características que frequentemente acompanham essa preferência.

Da próxima vez que você saborear seu café sem açúcar, lembre-se que esse hábito pode estar alinhado com uma versão mais consciente, determinada e autêntica de você mesmo.






"EU VENCI A TAG (transtorno de ansiedade generalizado)!. Você sabe o que é?", por Adriana Monteiro


 "Parece uma simples foto, não é?! Mas, para mim, é cheia de significado, porque passar sobre uma passarela, foi um dos motivos que me fez descobrir que sofria de TAG (transtorno de ansiedade generalizado).

No ano de 2013, estava dentro de um ônibus, a caminho da faculdade, quando comecei a passar muito mal, dor no peito, tremores, falta de ar, sensação de morte, entre outras coisas. Aguardei um pouco para ver se passava e nada. Poucos metros atrás, havia uma UPA (unidade de pronto atendimento), era em Santa Luzia, SG/RJ. Decidi descer e voltar para passar por um atendimento médico. 

Como estava indo para Niterói, teria que atravessar a pista para voltar sentido Alcântara, com isso, precisei atravessar duas passarelas (estava sozinha). Foi aí que percebi que não estar apenas passando mal, que havia algo errado, uma vez que estava em desespero, não conseguia atravessar as passarelas sem segurar nas barras laterais, pois pensava que iria cair, vinham pensamentos estranhos.

Como pode? Algo tão simples, que sempre fiz sem nenhum problema, se tornar um desafio tão grande, a ponto de precisar me apoiar para conseguir chegar ao fim da travessia.

Chegando na UPA, passei por vários exames, entre eles eletrocardiograma, contudo, os resultados estavam normais, apenas a pressão um pouco elevada. Com isso, a médica me disse que meu problema não era físico, mas psicológico, me encaminhando a um psicólogo.

Após fazer todo o passo a passo e ser diagnosticada com TAG, passei a realizar o tratamento, sentindo melhora nos sintomas, todavia, ainda tinha algumas crises de ansiedade.

Somente a partir de 2020, quando comecei a treinar (fazer atividades físicas), foi que realmente melhorei, ou seja, o tratamento medicamentoso combinado com a atividade física são essenciais para uma qualidade de vida a quem sofre de ansiedade.

Bom, é isso. Estava atravessando essa passarela, com tanta naturalidade, que me fez recordar o fato ocorrido acima, e resolvi dividir com vocês, porque muita gente sofre de problemas psicológicos e nem sabe ou prefere ignorar. Cuidem-se, nossas vidas valem muito, não só para nós, mas também para aqueles que nos amam!

Excelente dia para nós!"


E você sabe o que é TAG?

O TAG é caracterizado por preocupação excessiva e persistente que interfere nas atividades diárias. Os sintomas incluem inquietação, fadiga, dificuldade de concentração, irritabilidade, tensão muscular e problemas de sono. O diagnóstico é clínico, e o tratamento pode envolver psicoterapia (especialmente terapia cognitivo-comportamental) e/ou medicação, sempre com orientação profissional. 

O que é TAG?

Um transtorno de saúde mental marcado por preocupação excessiva, persistente e irrealista sobre o dia a dia. 
A ansiedade é tão intensa que pode atrapalhar a rotina e o bem-estar da pessoa. 

Sintomas

Psicológicos

- Preocupação excessiva e contínua, Inquietação ou nervosismo, Irritabilidade. 

Físicos

- Cansaço fácil
- Tensão muscular
- Tremores
- Dificuldade para dormir
- Sudorese
- Náuseas, diarreia ou problemas gastrointestinais
- Dores de cabeça
- Tontura 

Diagnóstico

Não existem exames laboratoriais específicos; o diagnóstico é feito por avaliação clínica. 
O profissional avalia o histórico do paciente e os sintomas para descartar outras causas. 

Tratamento

Psicoterapia: A terapia cognitivo-comportamental é uma das abordagens mais recomendadas. 

Medicamentos: Antidepressivos podem ser usados sob prescrição e monitoramento médico. 

Atividade física: Exercícios aeróbicos e de musculação podem ajudar a aliviar os sintomas. 

Suporte: O apoio de familiares e amigos é fundamental para o processo. 

Dicas para crises

- Pratique a respiração profunda, inspirando e expirando lentamente.
- Tente relaxar os músculos.
- Se possível, movimente-se um pouco. 


Vamos conhecer um pouco do dia a dia de superação da nossa querida Adriana?

Texto e fotos: Adriana Rodrigues Monteiro (advogada)
Realização: PR PRODUÇÕES




segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

"Nada é mais poderoso do que alguém que se recusa a desistir"

 


“Você será julgado, criticado e até ridicularizado — mas nunca permita que ninguém destrua seus sonhos ou apague a força que existe em você. 

Cada marca, cada luta e cada cicatriz contam a história da sua resistência. 

Continue acreditando, continue lutando. 

Porque aqueles que tentam te diminuir hoje serão os mesmos que tentarão te copiar amanhã. 

Permaneça firme. Nada é mais poderoso do que alguém que se recusa a desistir.”


Texto adaptado: Pery Salgado (jornalista)
Modelo e fotos: Maily 
Realização: PR PRODUÇÕES