quinta-feira, 30 de abril de 2026

DIA INTERNACIONAL DA DANÇA. Homenagens a quem de direito!

Comemorando o Dia Internacional da Dança (29 de abril), a PR PRODUÇÕES através do CULTURARTE escolheu a Rainha do Carnaval de Maricá, Musa da União de Maricá, Gata do Barão, Musa do Carnaval de Maricá - Daniele Lima (em nome de todas as grandes dançarinas que a cidade possui) para falar sobre a data:


"Dia Internacional da Dança!
Dança que move, Dança que cura, Dança que transforma vidas!
Quem Dança é mais Feliz!"


Foi com esse pequeno texto, que a dançarina, Musa e Rainha Daniele Lima de tantos carnavais, de tantas escolas raízes de Maricá, da construção da União de Maricá, abriu o dia nos brindando com sua alegria, seu carisma, seu amor pela dança.


Também em rede social seu eterno amigo e admirador (o carnavalesco Claudio Fabri), escreveu: "Você foi a pioneira, a que abriu caminhos com sua garra, talento e uma luz que ninguém consegue apagar
Com sua dança, você não apenas encantou — você emocionou, marcou e deixou sua história na nossa escola.


Seu charme e sua beleza chamam atenção, mas é a sua essência, seu respeito e sua forma de se posicionar que conquistam de verdade todos os seus admiradores. 
Você brilha com verdade, com coração, e isso faz toda a diferença.
Parabéns por tudo que você mostra através da dança, por toda entrega e amor em cada apresentação. 
Você é inspiração!
Te amo muito, minha irmã musa!"

Parabéns à todas as dançarinas (em especial às dançarinas de Maricá).

 










quarta-feira, 29 de abril de 2026

"Nunca vou agradar todo mundo, mas se eu conseguir estar em paz comigo mesma, já é o suficiente!" por Kelly Katrine


Eu 'tô' deixando falarem, acharem e pensarem o que quiser. Se tem algo que a vida me ensinou é que eu nunca vou agradar todo mundo, mas se eu conseguir estar em paz comigo mesma, já é o suficiente!

 Muitas coisas não saíram como eu esperava, mas também muitas outras coisas bonitas aconteceram sem eu esperar por elas; algumas pessoas saíram da minha vida e deixaram meu coração um pouco partido, mas também algumas outras vieram do nada para tornar meus dias mais bonitos. 


Claro que dói quando algo não sai como queremos, mas a porta que se fecha também no seu tempo leva-nos a um lugar mais bonito, a um amor mais bonito ou a algo mais bonito, e eu fico com isso.

Mas eu acordei e vi que sou uma mulher bem resolvida. Sei meu caminho (aprendi dando muitas topadas) e sei onde chegar. Mas você sabe o que é uma mulher bem resolvida?

Mulher bem resolvida não se preocupa se o cara vai ligar, vai sumir, vai procurar...

Mulher bem resolvida dá a volta por cima... estuda, trabalha, corre atrás, assiste um filme, toma um bom vinho, lê um livro interessante... vive a vida sem desesperar.

Amor para ela é complemento, amor para ela é transbordamento e se vier que venha somar! 


Mulher bem resolvida não implora, não se desespera, não se humilha, pois ela sabe que é bonita, inteligente e capaz.


Mulher bem resolvida sabe que quem perdeu que chore, quem não a procurou que se lamente, quem não deu valor que se arrependa. 

Ela sabe o seu valor. Ela se garante, sabe o mulherão que é!!


Mas mesmo assim, às vezes, a vida nos pede uma dose extra de coragem para que a gente continue gigante diante de coisas que tentam nos fazer pequenos; 


...mais fortes para suportar situações que querem se alimentar de nossas fragilidades; 

...mais guerreiros para vencer as batalhas diárias que parecem colocar à prova a confiança naquilo que se é; 

...mais humildes para que se aceite os passos do outro, porque cada um constrói seu caminho com a verdade da sua alma e o tanto que carrega de fé!

Se você pensar bem, ainda que haja medo e dúvida, se houver coragem para mudar o ritmo e a direção, haverá oportunidade de recomeçar e reiniciar os seus projetos.

Não dependa de terceiros. Acredite na sua força e na sua coragem. Capacite seus olhos a enxergar além do óbvio e não desista de você nem do que traz aconchego ao seu coração.

Tenha paciência, mas não desperdice as oportunidades de se fazer feliz. Continue sendo sua cura e SEJA FELIZ!!!


Textos e fotos: Kelly Katrine (Furacão Katrine) 
"Sinto orgulho de olhar no espelho e ver no que aquela menina sonhadora se transformou" 
Compilação de textos e inserções: Pery Salgado (jornalista)
Realização: PR PRODUÇÕES    





segunda-feira, 27 de abril de 2026

LINDA E PERIGOSA: A mulher que matou o maior número de pessoas na história, segundo o Guinness World Records

 


A história tem uma maneira de transformar mulheres poderosas em lendas. Elizabeth Báthory, uma nobre húngara e suposta serial killer dos séculos XVI e XVII, está certamente no topo da lista, pois, mesmo 400 anos após sua morte, ela continua a inspirar contos de horror e sadismo. Considerada a assassina feminina que mais matou no mundo pelo Guinness World Records, Báthory teria assassinado mais de 600 meninas para satisfazer sua necessidade de sangue. Mas, como a maioria dos eventos históricos, a biografia dela é complicada.

Mas a condessa era uma assassina a sangue frio e torturadora? Ou foi vítima de uma grande conspiração? Na foto acima, a atriz Anna Friel caracterizada como Elizabeth Báthory no filme 'Condessa de Sangue' (2008).

Elizabeth Báthory (em húngaro: Báthory Erzsébet) nasceu em 7 de agosto de 1560, em Nyírbátor. Ela fazia parte da nobreza protestante da Hungria e a família dela controlava a Transilvânia.

Seu tio, Stephen Báthory (imagem acima), era o Rei da Polônia. Ela foi criada no castelo da família em Ecséd até os 15 anos quando se casou.

Em 1575, ela subiu ao altar com o Conde Ferenc Nádasdy. Ele era membro de uma família rica e nobre como a dela, mas a dela era mais influente. Após se casar, a Condessa se mudou para o Castelo de Čachtice, a casa de seu marido, situada nos Pequenos Cárpatos, região da atual Eslováquia.

Uma mulher de muitos talentos

Nádasdy (imagem abaixo)era um soldado nas Guerras Otomanas-Húngaras, por isso Elizabeth Báthory era quem gerenciava os negócios e as propriedades. E ela aparentemente era muito boa nisso.

Embora os rumores de sua natureza sádica circulassem há anos, eles foram repetidamente ignorados, em grande parte porque as vítimas eram camponesas. Foi só quando seu marido Nádasdy morreu, em 1604, que as evidências começaram a surgir. Ela tinha 40 anos. De acordo com os depoimentos, as vítimas iniciais de Elizabeth Báthory eram meninas serviçais com idades entre 10 e 14 anos.

Primeiras vítimas

Segundo relatos, as vítimas eram filhas de fazendeiros vizinhos, atraídas para a Čachtice com promessas de empregos bem remunerados como criadas no castelo. Alega-se também que a condessa começou a assassinar filhas de nobres de baixa patente, que eram enviadas pelos pais ao seu castelo para aulas de etiqueta. 

Dizem também que a Condessa começou a matar filhas da nobreza menor, que eram enviadas ao seu castelo por seus pais para aprender etiqueta. Outras testemunhas também disseram que ela usou agulhas para torturar suas vítimas. Outros ainda acrescentaram que ela queimou as meninas com pinças quentes e depois as colocou em água gelada. Há também relatos dizendo que ela cobria suas vítimas com mel e formigas vivas.

Sede de sangue

Elizabeth Báthory também é suspeita de se alimentar de suas vítimas, embora não haja evidências para apoiar essa alegação.

A Condessa é talvez mais famosa na cultura popular por supostamente beber o sangue de suas vítimas. As lendas também afirmam que ela se banhava no sangue de suas jovens vítimas na tentativa de preservar sua juventude.

Investigações

Em 1610, o rei Matthias II (imagem acima) designou György Thurzó (imagem abaixo), o Palatino da Hungria, para investigar a Condessa. Thurzó (imagem abaixo) ordenou que dois oficiais coletassem informações. Eles conseguiram depoimentos de mais de 300 testemunhas entre 1610 e 1611. Thurzó prendeu a Condessa no castelo junto com quatro supostos cúmplices. Os homens de Thurzó teriam encontrado uma garota morta, uma morrendo e outra ferida, enquanto outras meninas eram mantidas presas.

Julgamento

Os servos de Báthory foram acusados de serem seus cúmplices e foram julgados. Mas a influência e o status social da Condessa a impediam de ser levada ao tribunal.

Dezenas de testemunhas depuseram contra a Condessa. Embora Thurzó, o detetive, tenha determinado que a Condessa havia torturado e matado mais de 600 meninas, a contagem oficial no julgamento era de 80. Embora nunca tenha sido julgada, a Condessa Báthory ficou confinada em seus aposentos no Castelo Čachtice. A Condessa teria sido trancada em um conjunto de quartos, com apenas pequenas fendas abertas para ventilação e passagem de alimentos. Ela permaneceu lá até morrer três anos depois, em 21 de agosto de 1614.

Legado (???)

Embora as evidências do julgamento apoiem as acusações contra Báthory, pesquisas mais recentes questionam a veracidade das alegações. Ela era uma mulher poderosa e competente que governava sua propriedade eficientemente, o que sugere que havia razões políticas para tirá-la de cena. 

Além disso, o Rei Matthias II devia uma grande soma de dinheiro à família Báthory, dívida esta que foi cancelada depois do escândalo, aumentando ainda mais a hipótese de que as acusações contra ela foram calúnias fabricadas que permitiram a seus parentes se apropriarem de suas terras.




O PODER DAS 'MULHERES RUIVAS'

 O "poder" das mulheres ruivas, muitas vezes considerado místico, é uma mistura de raridade genética (apenas 1-2% da população mundial) com fortes associações culturais.


Sim, elas são especiais não apenas no aspecto físico, mas já está constatado por diversos estudos e pesquisas que cientificamente, possuem "superpoderes" como maior resistência à dor, enquanto culturalmente evocam intensidade, sedução, autenticidade e liderança, sendo frequentemente vistas como figuras magnéticas e confiantes. 

Aspectos Científicos e Genéticos (Os "Superpoderes")

Resistência à Dor: Estudos da Universidade McGill mostraram que mulheres ruivas podem suportar cerca de 25% mais dor do que loiras ou morenas, devido a uma mutação no gene MC1R.

Sensibilidade Térmica: O mesmo gene MC1R faz com que ruivos sejam mais sensíveis a mudanças de temperatura (frio e calor), relatam estudos da Universidade de Louisville.

Produção de Vitamina D: Devido à pele clara, ruivos têm maior facilidade em absorver luz solar e produzir vitamina D, o que beneficia o sistema imunológico e a força muscular.

Sensibilidade à anestesia: Embora resistam mais à dor, relatos indicam que podem precisar de doses diferentes de anestesia. 

Poder Cultural e Simbólico

Raridade e Mistério: Por serem raras, as ruivas sempre foram alvo de fascínio, muitas vezes associadas a lendas, contos de fadas e figuras poderosas/problemáticas da história e literatura.

Intensidade e Personalidade: O ruivo é associado à paixão, energia e força emocional. No aparência e visibilidade, transmite uma imagem de ousadia, criatividade e autenticidade.

Ícones de Moda e Estilo: O tom é sinônimo de "poder" no cenário da moda e no cinema, com celebridades como Nicole Kidman e Anya Taylor-Joy reforçando a imagem de protagonistas marcantes.

Associação à Beleza e Sedução: Frequentemente percebidas como confiantes, intensas e com forte apelo magnético. 

Em suma, as mulheres ruivas carregam uma herança genética única que se traduz em características físicas distintas e uma reputação cultural de força e inconfundibilidade.


Pesquisa: Pery Salgado (jornalista)
Imagens: arquivo CULTURARTE
Realização: PR PRODUÇÕES