terça-feira, 26 de maio de 2026

AO SE CASAR, APRENDA A AMAR UMA MULHER NOVA A CADA DIA (vídeo)


 Um relato sensacional de uma jovem sobre seus avós:

"Meus avós foram casados por 60 anos. Um dia perguntei para o meu avô, qual o segredo para amar a mesma mulher por uma vida inteira.

Ele não riu, não disse comunicação, não disse encontros românticos, ele olhou para minha avó que estava ali na cozinha e disse:

"Você não ama a mesma mulher!"

Isso me confundiu e ele me explicou:

"Ela muda a cada poucos anos e se você não atualizar a forma como você a ama, você a perde."

Ele me disse que a garota com que ele casou aos vinte e dois anos, não era a mesma mulher aos trinta. A maternidade a mudou, as perdas a mudaram, o tempo a mudou.

Aos quarenta ele disse que ela precisava mais de respeito do que de romance.

Aos cinquenta, precisava mais de parceria do que de paixão.

Aos 60, precisava mais de presença do que de promessas. 

E toda vez que ela mudava, ele tinha uma escolha: ou reclamar que ela já não era como antes, ou conhecê-la de novo.

Ele disse que o maior erro que muitos dos homens cometem, é justamente esse. Eles se apaixonam uma vez e depois para de prestar atenção. E meu avô me explicou:

"Amar uma mulher por uma vida inteira é decidir continuar curioso sobre ela, e não presumir que você já a conhece. É não congelá-la na versão que você conheceu."

Então, ele se recostou e disse algo que eu nunca vou esquecer: "se você parar de conhecê-la, em algum momento outra pessoa vai!"

Sessenta anos. E não porque foi fácil, mas porque ele continuou reaprendendo quem ela era."





domingo, 24 de maio de 2026

CULTURARTE 310 - maio de 2026 - segunda edição

CULTURARTE 310
maio de 2026 - segunda edição



- MARICÁ COMPLETA 212 ANOS: conheça a sua história
- GISELE MARQUES, criadora do Projeto Águia, é a MUSA DE MARICÁ 2026
- MARIANA ARAÚJO, educadora, é a MUSA PLUS SIZE DE MARICÁ 2026

Tudo isso nesta edição comemorativa dos 212 anos de Maricá do INFORMATIVO CULTURARTE, já circulando nas versões on line e revista eletrônica










quinta-feira, 21 de maio de 2026

"Permita-se mergulhar. O que você procura lá fora pode estar esperando por você aí dentro"

 


Às vezes, o mergulho mais profundo não é no mar… 
é dentro de si. 

Mergulhar em si mesmo exige coragem.

Coragem para encarar silêncios, feridas, memórias e também potências esquecidas.

No fundo, a gente não se perde, a gente se encontra.

Autoconhecimento não é sobre se consertar, é sobre se compreender.

E quando você se compreende, você se acolhe.

Permita-se mergulhar.

O que você procura lá fora pode estar esperando por você aí dentro. 

Entre o ir e vir das ondas, eu aprendi que reconstruir não é voltar ao que era, é permitir-se ser algo novo. 

A água toca, invade, bagunça a areia… e depois recua. Mas nada volta exatamente ao mesmo lugar. A marca dos pés muda, o desenho da areia muda, e a gente também.

Recomeçar é isso: aceitar que algumas partes serão levadas, outras precisarão ser reconstruídas, e que há beleza nesse processo. 


Nem sempre é confortável. Às vezes dói. Às vezes parece que tudo foi desfeito. Mas é no movimento que descobrimos nossa força.

O autoconhecimento nasce quando paramos de lutar contra a maré e começamos a observar:

O que essa fase está tentando me ensinar?

O que precisa ficar?

O que já pode ir?

Reconstrução não é fraqueza.

Recomeço não é derrota.

É maturidade emocional.

É coragem silenciosa.

É escolher, todos os dias, dar um novo passo mesmo com os pés ainda molhados da última onda. É deixar cair as máscaras.

Porque toda maré que recua abre espaço para um novo horizonte, para uma nova vida, ou para um novo momento!


Texto: Pery Salgado (jornalista)
Imagens: arquivo CULTURARTE
Realização: PR PRODUÇÕES