quinta-feira, 25 de junho de 2026

A INCRÍVEL HISTÓRIA DA FOTÓGRAFA MARISA RAMIREZ (duplamente mastectomisada)


A fotógrafa e ativista Marisa Ramirez não teve câncer de mama, mas descobriu ser portadora da mutação genética BRCA1, o que a colocava em alto risco. 


Marisa foi diagnosticada com alopecia aos nove anos. 


Depois de anos a aceitar o seu corpo, Marisa descobriu então que tinha um risco alta de câncer de mama, e escolheu fazer uma mastectomia dupla em fevereiro de 2021.


"Descobri que a minha percentagem de câncer de mama e câncer de ovário são alta risco. 


Eu ainda estava amamentando, então decidi que assim que meu filho terminasse de amamentar eu ia fazer a cirurgia preventiva - porque isso ia me dar a melhor chance de ver meu filho crescer.


Marisa aprendeu a amar o seu corpo único fotografando-se e publicando-o no Instagram e Facebook: 


"Minha careca e corpo sem mamas são beleza, sou eu.


Para saber mais sobre a sua trajetória e o ativismo na conscientização genética, acompanhe as atualizações compartilhadas por ela no Instagram de Marisa Ramirez ou no Facebook https://www.facebook.com/marisaannramirez.


Confira abaixo videos de super autoestima de Marisa Ramirez: 


















CULTURARTE 312 - junho de 2026 - segunda edição

CULTURARTE 312
junho de 2026 - segunda edição












terça-feira, 23 de junho de 2026

"Eu tenho um horizonte inteiro de possibilidades aqui dentro de mim!" por Célia Tavares


 A armadura que hoje brilha e impressiona foi moldada no silêncio de noites em que o choro não pôde ecoar. Aquela menina, que aprendeu a soprar os próprios machucados para seguir em frente, cresceu.

Hoje, ela não desvia das pedras do caminho; recolhe cada uma delas com a dignidade de quem sabe que está erguendo o próprio império.

Não há força no mundo capaz de deter uma mulher que finalmente despertou para o seu real valor e decidiu que não aceita nada menos do que a imensidão que o Universo tem para lhe dar. 

Achamos sempre, que temos o tempo todo do Mundo, mas aí vem a vida e nos surpreende da forma mais dura, dizendo que o tempo acabou. 


Ame, perdoe, se doe. Seja amor, vire flor, seja sorriso.

Seja o que for. Mas seja. Porque para tudo, tem um fim!


Intimidade é quando você não precisa impressionar para ser admirado...


Moça, você tem o poder de transformar tudo em seu redor, mas a grande transformação começa dentro de "Você".

E tenha a certeza, se a transformação começa dentro de você, seja por opção, seja pela dor, seja pela descoberta, seja por LIBERTAÇÃO e a certeza de que: “É que eu tenho um horizonte inteiro de possibilidades aqui dentro.”


Fotos e Compilação de textos de Célia Tavares (educadora e servidora pública municipal)
Diagramação: Pery Salgado (jornalista)
Realização: PR PRODUÇÕES






segunda-feira, 22 de junho de 2026

O "biquinho da geração Z" está substituindo a "cara de pato": o que é essa tendência?


 As normas das redes sociais estão evoluindo rapidamente, inclusive a forma como as pessoas posam diante da câmera. Depois de anos dominados pela famosa "cara de pato", uma nova expressão facial está surgindo gradualmente: o "biquinho da Geração Z". Popularizada nas redes sociais, essa pose se destaca por uma abordagem mais natural, em sintonia com as tendências atuais que valorizam a autenticidade.

Uma evolução nos códigos de poses fotográficas.

A expressão "biquinho", caracterizada por lábios fortemente franzidos, há muito tempo é associada a selfies postadas nas redes sociais desde a década de 2010.

A geração Z hoje em dia parece preferir uma expressão mais discreta, chamada de "biquinho da geração Z". Essa pose consiste em entreabrir levemente os lábios, mantendo uma expressão facial mais relaxada.

Essa mudança ilustra uma evolução nas referências estéticas online, onde expressões consideradas mais espontâneas estão ganhando popularidade.

Uma tendência ligada à busca pela naturalidade.

O sucesso do "biquinho da Geração Z" faz parte de uma tendência mais ampla que valoriza uma aparência percebida como menos polida.

Diversos especialistas em comunicação visual observam que os jovens usuários da internet preferem imagens que dão a impressão de terem sido tiradas no momento, sem muita produção.

Essa evolução é acompanhada por um interesse em estilos fotográficos mais minimalistas, onde a luz natural e as expressões discretas são enfatizadas e a valorização do corpo é fundamental.

A popularidade dessa pose reflete, portanto, a busca por um equilíbrio entre valorizar a imagem e transmitir uma impressão de autenticidade.

O papel central das redes sociais na disseminação da tendência.

Assim como muitas tendências visuais, o "biquinho da Geração Z" se espalhou graças às plataformas de mídia social. Os formatos de vídeo curtos permitem demonstrações rápidas de poses e dicas.

As tendências de aparência frequentemente evoluem em ciclos, com cada geração desenvolvendo seus próprios padrões. E é preciso reconhecer que a maior visibilidade de certas expressões faciais contribui para a padronização de novos códigos visuais.

Uma nova ilustração da evolução dos códigos digitais.

As tendências relacionadas às selfies demonstram como as práticas digitais influenciam a percepção da imagem.

A transição da "cara de pato" (onde todas as mulheres ficam com a mesma expressão e o mesmo 'horroroso' bico de pato) para o "biquinho da Geração Z" ilustra a rapidez com que os códigos estéticos podem evoluir. 


Essas tendências contribuem para redefinir a forma como os usuários da internet escolhem se representar online.