quarta-feira, 19 de agosto de 2026

A MODELO DANI MOTTA E A POLÊMICA BARBEARIA 'NUDISTA'


 A influenciadora Daniella Motta (21), mais conhecida por DANI MOTTA, dona de uma barbearia nudista em Florianópolis, contratou um segurança particular após relatar ameaças e ataques de vizinhos. 

O estabelecimento, que oferece serviços de até R$ 4 mil (onde TUDO é incluído), teve o endereço de atendimento alterado recentemente. 

Segundo Daniella, o local é mantido em segredo e informado apenas aos clientes, mas isso não teria impedido ameaças e perseguições.

A empreendedora afirmou que recebeu mensagens de pessoas dizendo que sabiam os lugares que ela frequentava e que iriam encontrá-la. 

Por isso, decidiu contratar o segurança para evitar novos incidentes. 

A barbearia faturou R$ 32 mil na primeira semana de funcionamento e, segundo Daniella, está com a agenda lotada e fila de espera de meses. 

No espaço, o cliente pode escolher ser atendido vestido, de roupa íntima ou nu, com serviços de cabelo, barba, hidratação além de outros cuidados de imagem e 'serviços de extras que incluem massagens "bem relaxantes"'

Os agendamentos são realizados pelas redes sociais, enquanto o local e o horário são combinados exclusivamente com cada cliente. 

Daniella afirma que já recebeu reclamações por atender nua e que alguns vizinhos estranharam a proposta. 

A influenciadora também destaca que a nudez não deve ser tratada como escândalo e que os atendimentos seguem “horário marcado, regra e respeito” e são exclusivos.









segunda-feira, 17 de agosto de 2026

A HISTÓRIA DE ANA RAQUEL DA TRINDADE QUE MATOU UM HOMEM PARA TER SUA LIBERDADE!

 Ela não acordou um dia e decidiu matar um homem com 12 tiros. Antes daquele dia, ela passou meses presa em um ciclo de violência, foi dopada, violentada, mantida acorrentada e obrigada a suportar outros homens. Quando finalmente conseguiu fugir, ainda passou cerca de um ano e meio sendo perseguida. E, mesmo depois de pedir ajuda repetidamente, ninguém conseguiu impedir que ele chegasse até ela novamente.


A história de Ana Raquel Santos da Trindade começou em 2013, quando ela conheceu Renato Patrick Machado de Menezes em Florianópolis. Ele a convidou para trabalhar como massoterapeuta em um spa que mantinha em Curitiba, e ela aceitou.

Mas, quando chegou ao local, descobriu que aquele spa era, na verdade, uma casa de prostituição.

Segundo o relato apresentado por Ana no processo, Renato a dopou, a trancou em um quarto e praticou violência sexual contra ela. Depois, passou a obrigá-la a se submeter a outros homens. Ela contou que era mantida presa, chegou a ficar acorrentada dentro do quarto e passava dias sem comer.

Ana tentou fugir, mas ele usava uma ameaça devastadora para mantê-la sob controle: dizia que mataria o filho de 4 anos dela e outros familiares caso ela fosse embora.

Depois de aproximadamente seis meses, ela conseguiu escapar e voltou para Florianópolis.

Só que o pesadelo não terminou.

Durante cerca de um ano e meio, Renato continuou perseguindo Ana. Ela registrou 20 boletins de ocorrência contra ele. Só na Delegacia da Mulher foram 15 registros: oito relacionados a violência sexual, três a tentativas de assassinato e quatro a ameaças de morte. Ela também pediu uma medida protetiva, mas teve o pedido negado.

Com medo, Ana colocou grades, cerca elétrica e reforçou a segurança da casa. Mesmo assim, Renato continuou aparecendo.

Cerca de dez dias antes do crime, depois de mais uma invasão, ela decidiu comprar um revólver calibre .32 para se proteger.

Então chegou 16 de novembro de 2014. Ana estava em casa quando ouviu alguém forçando o portão.

Era Renato.

Segundo a versão apresentada por ela, ele entrou novamente em sua propriedade e a ameaçou. Ana correu até o quarto, pegou a arma que estava escondida embaixo do colchão e disparou.

Foram 12 tiros. Nove atingiram Renato.

Ele foi socorrido, mas morreu aproximadamente duas semanas depois.

Ana foi presa e passou 24 dias no Presídio Feminino de Florianópolis. Dois anos depois, em 17 de novembro de 2016, chegou o julgamento.

E o resultado surpreendeu muita gente: Ana foi absolvida por unanimidade pelo júri popular.

Sete testemunhas confirmaram elementos da história apresentada por ela, e o próprio promotor entendeu que a situação havia chegado ao ponto em que ela não tinha mais outra saída. Segundo ele, a Justiça havia falhado ao não protegê-la quando ela pediu ajuda repetidamente.

Quando perguntaram se ela sentia remorso pelos disparos, Ana respondeu que estava aliviada e que preferia viver na prisão a voltar a sofrer toda aquela violência.

Ela não foi absolvida porque os 12 tiros foram ignorados.

Foi absolvida porque o júri considerou todo o contexto de violência, perseguição, ameaças e tentativas anteriores de obter proteção e entendeu que ela havia agido em legítima defesa.

O caso deixou uma pergunta difícil:

Quantas vezes uma mulher precisa denunciar que está sendo perseguida e ameaçada antes que alguém realmente a proteja?





domingo, 16 de agosto de 2026

'Não queira me dizer o que é certo ou errado!'


 As pessoas parecem sempre bem nas redes sociais...


Não sentem tristeza, ou se sentem, não procuram demostrar.

Sempre como um manequim de vitrine, felizes...!

Existe um tabu, uma norma, um fôrma. É como se fosse um padrão de que temos que demonstrar, um perfil do qual muita gente se engana com a realidade.

Muitos casais que traem, postam fotos felizes!!

Outros casais não podem postar, porque o esposo ou a esposa é de outra pessoa.

Nós não somos robóticos e alienados.

Ninguém sabe das nossas dores, vícios, ansiedades, problemas. Ninguém posta fotos se drogando. 

Somos pessoas reais 

Ninguém posta foto (#dia de faxina), mas quando posta, faz para sensualizar, para obter 'likes', para vender conteúdo adulto (onde não vejo nenhum problema nisso).

Ninguém posta (# hoje vamos comer arroz com ovo), mas posta um sorriso falso em um local onde mal consegue pagar a conta de um simples cafezinho.

Parece que estamos em uma vitrine e quem gosta e quem não gosta de você, vive se alimentando daquilo que você expõe.

Ninguém posta foto fazendo ignorância com sua mulher, e vice versa.

Gente vamos ser realistas!! Vamos parar com essa ideologia de que você tem que ser igual a todo mundo.

"Sua mãe não disse isso a você!" Lembra? 

Quem paga minhas contas sou eu, quem resolve meus problemas sou eu, então não queira me dizer o que é certo ou errado. Sou o que sou, do jeito quer sou, com quem eu quero!

Posso te ouvir! Já te limitar como uma robótica, nunca.

Meus valores e meus princípios são inegociáveis.

Então saia da sua zona de conforto e seja quem você é de verdade.

Hoje minha noite é mais uma de tantas outras, dor... e dor... e 'tá' tudo certo.

Não sou uma mulher perfeita, tenho meus altos e baixos, mas muitas vezes, sinto que estou morrendo em vida!


SOCORRO!!!

Baseado em texto de Célia Tavares (servidora pública municipal)
Texto adaptado: Pery Salgado (jornalista)
Imagens: arquivo CULTURARTE
Realização: PR PRODUÇÕES