quarta-feira, 29 de julho de 2026

"Se você tem alguém com quem consegue falar sem medo de ser quem é, cuide dessa relação!" com Célia Tavares


Eu já estive cercada de pessoas e, ainda assim, me senti sozinha. Com o tempo, percebi que companhia e conexão são coisas completamente diferentes. Porque ter gente por perto é fácil. Difícil é encontrar alguém com quem você possa abaixar a guarda.

Alguém que escute sem ficar procurando uma resposta pronta. Que não transforme sua vulnerabilidade em julgamento. Que consiga ficar ao seu lado até quando você nem sabe explicar direito o que está sentindo.

Hoje eu vejo que isso é muito mais raro do que parece. A maioria das conversas para na superfície. A gente fala sobre trabalho, rotina, notícias, faz piada, ri um pouco... Mas quase ninguém pergunta como você realmente está. E, quando pergunta, nem sempre está preparado para ouvir a resposta.

Foi só depois de viver alguns momentos difíceis que eu entendi o valor de ter umas pessoas assim na vida. Ter alguém para falar sobre tudo é como ganhar na loteria. Não porque essas pessoas vão resolver os seus problemas. Elas não vão. Mas porque, em alguns dias, tudo o que a gente precisa, é saber que existe alguém disposto a ouvir, sem pressa, sem julgamento e sem tentar diminuir o que estamos sentindo.

Eu já passei por noites em que uma única conversa fez toda a diferença. Não porque ouvi grandes conselhos, mas porque fui ouvida de verdade. E isso tem um valor que é difícil explicar. Às vezes, uma presença sincera faz mais pela gente do que qualquer frase bonita.

O curioso é que, muitas vezes, a gente só percebe a importância dessas pessoas quando elas deixam de estar por perto. Vai adiando uma ligação, esquecendo de perguntar como elas estão, achando que sempre haverá outra oportunidade para retribuir o carinho que sempre receberam de nós. Nem sempre há!!!

Se você tem alguém com quem consegue falar sem medo de ser quem é, cuide dessa relação. Demonstre que essa pessoa também pode contar com você. As melhores conexões não se mantêm sozinhas. Elas precisam de presença, de cuidado e de reciprocidade.

Mas quando não encontro esse acolhimento, esse colo, essa atenção, esse carinho, deito, e durmo para tentar esquecer, chorando com minha alma!


Texto enviado por Célia Tavares
Texto adaptado: Pery Salgado (jornalista)
Modelo e fotos: Célia Tavares (educadora e servidora pública)
Realização: PR PRODUÇÕES






terça-feira, 28 de julho de 2026

ADRIANA MONTEIRO É A "MUSA NEGRA LATINO-AMERICANA E CARIBENHA 2026"


No Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha (25 de julho), celebramos a força, a memória e a coragem das mulheres negras que sustentam comunidades, abrem caminhos e transformam o Brasil todos os dias. 

Honrar essa história também é lutar contra o racismo, o machismo e todas as desigualdades que ainda tentam silenciar essas vozes. 

Que nunca nos faltem compromisso, respeito e ação para construir um futuro de dignidade e justiça. 

SEMANA DA MULHER NEGRA

As comemorações começam em 25 de julho e se estendem até o dia 31 comemorando a semana da mulher negra. Em comemoração, são realizadas audiências públicas, festivais, seminários, conferências e feiras, entre outras atividades, que têm por objetivo reafirmar a identidade, a história e a luta das mulheres negras brasileiras. 

Lembram que o Brasil foi em grande parte construído através, por cima e com sacrifício da mulher negra, que foi ama, babá, escrava, amante e prostituta para gerações de brasileiros, assim como também em vários outros países. A chegada das mulheres africanas marcou a formação social brasileira. 

Na escravidão mulher negra sofreu uma dupla exploração, além der ser escravizada sofrendo da violência inerente a esse sistema ela foi também explorada sexualmente como amante, objeto de estupros e prostituta.

Além disso, essas mulheres trouxeram tradições ancestrais que influenciaram a língua, os costumes, a alimentação, a medicina e a arte, além de introduzirem métodos agrícolas, vários produtos e valores coletivos no Brasil.

Aproveitando a data, a PR PRODUÇÕES criou em 2021 mais uma homenagem a estas guerreiras, mulheres que se superam, que são grandes exemplos de vida e de vitórias, servindo de exemplo para as demais mulheres da nossa sociedade.

Com isso, a produtora criou o prêmio MUSA AFRO-LATINO-AMERICANA E CARIBENHA e a primeira representante desta nova honraria, foi a jovem advogada negra,  ADRIANA DA SILVA RODRIGUES MONTEIRO na época com 36 anos (foto abaixo), hoje com 41, mas mais linda e deslumbrante.

Passados 5 anos, ela é novamente a Musa Afro-Latino-Americana e Caribenha, e neste anos vem se transformando, vivendo uma nova vida e trazendo sempre bons exemplos e motivações para outras mulheres.

Essa mudança ela vem mostrando diariamente em suas redes sociais onde tem milhares de seguidores e o CULTURARTE recentemente mostrou um pouco desta maravilhosas transformações na matéria "O PROCESSO NÃO DESTRÓI, APENAS TRANSFORMA" 
(https://culturarteenpr.blogspot.com/2026/07/o-processo-nao-destroi-apenas.html).

E nesta matéria onde celebramos mais uma conquista de Adriana, ela continua mostrando essa transformação para motivar outras mulheres.
"Entre essas duas fotos não tem só quilos de diferença.

Tem choro escondido, tem vontade de desistir, tem roupa que não servia, tem vergonha de se olhar no espelho.

A primeira ainda sorria, mas por dentro 'tava' pedindo socorro.


A segunda aprendeu a se amar de novo.

Não foi fácil. Não foi rápido. Mas VALEU A PENA CADA DIA DO PROCESSO", disse Adriana.

E deixou um recado para todos: "Obrigada a todos e todas pela interação. Até mesmo a quem não acredita que a atual ou antiga Adriana seja eu. É para isso que resolvi mudar, para ficar irreconhecível. Faça você também, verá que é possível, mas faça por você!"


Nossa MUSA NEGRA AFRO LATINO-AMERICANA E CARIBENHA 2021 e 2026, deixou um recado para as mulheres, principalmente as negras: 

"O Dia da Mulher Negra e o Dia da Mulher Afro-Latina-Americana e Caribenha não é de comemoração, mas de conscientização, uma vez que, quando falamos das nossas lutas, grande parte da sociedade ainda olha torto e costuma menosprezar essa batalha. 

Já evoluímos, contudo, temos muito que progredir, sendo certo que, a luta da mulher por igualdade de gênero é diária, ainda maior por sermos mulheres e negras; vivenciamos situações indesejadas a todo momento, porém digo, não abaixem a cabeça, continuemos lutando por nossos direitos, sempre fomos guerreiras. Vamos ser exemplo e incentivar nossas companheiras de batalha, tendo empatia e sororidade.


A mulher negra fez e continua fazendo história, colaborando com a evolução da sociedade, tanto social, como econômica e politicamente, em todas as áreas.

Sonho com o dia em que não teremos mais que batalhar pela igualdade. O dia que teremos uma sociedade respeitosa e empática. 

Acredito que debatendo e fazendo nossa parte, logo, conquistaremos uma sociedade justa e igualitária no sentido formal e material", definiu muito bem a data, a jovem advogada Adriana Monteiro, exemplo para as demais mulheres, negras ou não", concluiu Adriana Monteiro, MUSA NEGRA AFRO LATINO-AMERICANA E CARIBENHA 2021 e 2026, um grande exemplo de vida e superação a ser seguido.


Pesquisa e diagramação: Pery Salgado (jornalista)
Modelo: Adriana Rodrigues Monteiro (Modelo, Musa, servidora pública e advogada)
Realização: PR PRODUÇÕES





segunda-feira, 27 de julho de 2026

O POLÊMICO SHOW DA SESSENTONA XUXA (assista o show completo)


Xuxa Meneghel com 63 anos, usou as redes sociais para responder às críticas ao figurino usado na estreia da turnê O Último Voo da Nave (que alguns críticos estão chamando de 'O último voo da Virilha'), realizada no último sábado (25/7) no Nubank Parque, em São Paulo. 


A apresentadora subiu ao palco com figurinos ultracavados nas cores prata e dourado, o que rendeu comentários — nem sempre elogiosos — sobre a virilha exposta e o bumbum não tão avantajado como já teve. Talvez se não tivesse usado um body tão cavado, o bumbum poderia ter aparecido mais.


RESPOSTA

A resposta veio na segunda-feira (27/7), em tom supostamente 'bem-humorado', mas alguns assessores mais próximos vazaram que Xuxa ficou sim incomodada com as várias críticas e se rendeu ao 'Último voo da virilha'. 


"Estou até agora lendo, ouvindo e vendo tanto carinho de vocês para mim. NADA é melhor ou maior que amor de verdade, e quem não gostou continue divulgando, por favor, com suas 'críticas', pois quem sabe com isso vou viajar para mais lugares e mostrar o último voo da virilha (ops)... Da nave", escreveu.


A postagem faz referência direta ao debate que se instalou nas redes sociais desde o final do show no dia 25 em São Paulo. 


Uma das postagens que mais recebeu engajamento foi a da influenciadora Mônica Salgado, que disse que viu uma "erotização desmedida, envelopada como empoderamento" no espetáculo — publicação que recebeu curtidas de internautas e famosos.


Nas redes sociais, a apresentadora e cantora foi criticada por usar um body ultracavado na virilha durante o show. Alguns comentários acusaram a cantora de "erotização".


Outros, no entanto, defenderam Xuxa, apontando que ela é vítima de etarismo e que as críticas ao figurino desconsideram o impacto da apresentadora. 


O jornalista Matheus Baldi, por exemplo, lembrou que a cultura pop costuma naturalizar figurinos ousados em artistas jovens, mas que a mesma liberdade não é concedida a artistas de mais idade.


Baldi frisou que Xuxa tem o direito de continuar expressando sua identidade no palco e que é importante reconhecer o legado construído por Xuxa ao longo de sua carreira, especialmente por sua representatividade junto à comunidade LGBTQIAPN+ e pelo impacto cultural que exerce até hoje.


E você, qual a sua opinião? Xuxa ainda mantem seu corpão mesmo com 63 anos?


Nossa opinião: Independente da indumentária utilizada em show com crianças e adolescentes (Maddona praticou da mesma forma, assim como tantas outras), 63 anos não são 36 (fotos abaixo).


E aceitem ou não, para 63 anos Xuxa está sim, bastante em forma!


Confira abaixo o show completo e um take com grande close:
 











"EU GORDINHA, SER OU NÃO SER, SER OU ESTAR: EIS A QUESTÃO?" com Kamila da Silva


 "Essa frase de (Ser ou não ser: Eis a questão?) retrata bem o universo plus size ou pelo menos uma grande parcela dele. A partir de 2014 vivemos um excelente momento, onde a nossa sociedade começou a olhar para nós “gordinhas” de uma forma inovadora, diferente. Pioneiros do segmento plus size no Brasil (Eduardo Araúju, Pery Salgado, Renata Poskus dentre outros) deram chances de sermos vistas, reconhecidas no mercado de modelos e principalmente, que o mundo da moda nos olhasse e com isso, passamos a nos vestir como pessoas normais, mesmo tendo um manequim avantajado.

Passamos a ser referência através de nossas curvas volumosas, saímos da nossa zona de conforto e sedentarismo, para os tabloides, revistas, rádios e televisões nacionais e internacionais e agora (graças a Deus), as plataformas de conteúdo adulto que nos permitem aumentar nosso orçamento. Mídias locais como o CULTURARTE deram um impulso inovador e gigante que levaram as grandes mídias a nos enxergar.

Mas pensa que é fácil? Porque ser gordinha tem lá suas cobranças ou você pensa que basta estar acima do peso e pronto, podemos fotografar e desfilar pelas passarelas de moda? Nada disso!

O mundo da moda plus nos exige padrões de manequins e por isso temos que viver lutando contra a temida balança, para entrar nos tamanhos 44/46 extrapolando 48. 


E ai vem a pergunta: ter ou não ter esses quilinhos extras?

Temos que admitir que o verbo EMAGRECER sempre será,  muito bem conjugado em nossas mentes ‘gordas’ e vestir esse manequim 44 é um sonho de muitas que assim como eu, usam tamanhos maiores e até mesmo aquelas que vestem 46 para cima tem sempre uma numeração e/ou quilo extra à diminuir.

Será que ser plus size e ter quilos a mais para o mercado da moda plus é sim um bom negócio?

Subentende-se que a moda plus surgiu para dar as mulheres volumosas e curvilíneas, a oportunidade de vestir-se bem e dentro das tendências de cada estação. 

E se a moda é para as “GORDAS” por que ainda sim é exigido um padrão?

Conhecendo esse mundo, me deparei com mulheres de todos os tamanhos, silhuetas, formas e sem contar idades que  variam entre 18 até 60 anos (ou mais) bem vividos, e vejo em cada uma, em cada olhar, o desejo de “FLUTUAR” (não que seja o caso), sob as passarelas de moda e ter como mérito o titulo de MODELO PLUS SIZE, sim porque esse foi o sentimento mais aguçado desde que surgiu esse tipo de moda. 

Quantas modelos plus size estão na "passarela da vida" e até hoje não tiveram nenhum título, ainda não reconhecidas, valorizadas ou sequer vistas?

Como eu disse acima, graças a Deus apareceram essas plataformas de conteúdo adulto, que hoje (embora muitos critiquem, embora eu ache que seja inveja ou hipocrisia - será que não queriam estar ali também?) nos permitem fazer nossas publicações, ter nossos admiradores (e até clientes fiéis) e que ajudam em muito a aumentar nossas rendas para vivermos com mais decência, pois infelizmente, 'as passarelas da vida não são para todas'.

Que os holofotes sejam para todas, que as oportunidades sejam para todas (independente de onde seja), do 44 ao 62, pois cada uma irá atingir um grupo diferenciado de mulheres, mas que antes de mais nada sejamos respeitadas, valorizadas e aceitas não pelo mundo da moda (também), mas pela sociedade.


A mulher gorda (ou MAIS CHEIA DE CHARME como o produtor e jornalista Pery Salgado - que também muito me incentivou e várias matérias já fez para mim no CULTURARTE - olha eu aqui de novo!!!) precisa deixar de ser referência negativa (ou pejorativa), para ser referência de estilo, de pessoas, de profissional, de respeito, uma referência POSITIVA.

Ser plus é ser de verdade, é assumir que somos “GORDINHAS” mas que temos formas e que não somos escravas dessa indústria da moda que mesmo vendo nosso sucesso, se negam a admitir que rendemos lucros e esses sim, bem significativos...

E o mais importante, estar bem consigo mesma, amar seu corpo, buscar uma melhor qualidade de vida e bem estar, enfim, SE SENTIR BEM. Portanto, seja e VALORIZE-SE."


Eu (jornalista e produtor cultural Pery Salgado), adaptei esse texto ainda em 2013, quando o movimento Plus Size deu um grande impulso aqui no Brasil e sem falsa modéstia, pelas minhas mãos, pelas mãos do meu primo Eduardo Araúju e outros grandes nomes da época. Sempre as admirei, mas ao começar a trabalhar com ela, fazer ensaios, matérias, concursos, vi quem realmente eram, vi suas necessidades, suas carências e quão grande (não apenas no corpão) essas mulheres são. Muitas passaram pela PR PRODUÇÕES e deixaram sua marca, seus nomes e fico feliz que muitas alçaram voo como queriam, seja no mundo da moda ou em outros segmentos profissionais impulsionados pela nossa visibilidade.

Trago de volta este texto (é sempre bom relembrar) escrito na primeira pessoa, como se fosse pela modelo apresentada, para dar mais veracidade e conteúdo e para efetivamente mostrar quem é a pessoa em questão. E esta menina (sim, uma menina, completando em 25 de julho - dai nossa publicação, um pequeno presente para ela e sua vida) que já passou algumas vezes pela página do CULTURARTE e hoje está de volta, acreditou nela, no seu potencial, correu atrás, conquistou títulos, é mãe cuidadosa, é profissional e hoje é sim um grandes nomes das plataformas de conteúdo adulto e que siga assim por muitos mais anos, servindo de exemplo e motivação para outras mulheres, principalmente as LINDAS PLUS SIZE.


Parabéns menina, que Deus te ilumine no seu caminho e nos seus sonhos. 

Modelo: Kamila da Silva - Milla Silva (modelo plus size, criadora de conteúdos adultos e Musa Plus Size do Carnaval 2024)
(Quer ver mais sobre Kamila, O conteúdo completo tá disponível para quem assina  https://www.facebook.com/61584094329418/subscribenow...)
Texto adaptado e produção: Pery Salgado (jornalista)
Fotos: Jonisson.fotografo (@jonisson.fotografo79) e Milla Silva
Realização: PR PRODUÇÕES