A metade de julho e início de agosto me trouxe uma mensagem clara: desacelere!
Calma, respira. Chegou sim o tempo de viver, mas não precisa ser desesperado. Só olhando pra dentro é que você vai conseguir olhar em volta, olhar ao redor e entender o caminha ou não com você.
Depois de 4 anos sem férias, tudo parecia muito urgente, pra agora, pra ontem. Ainda mais trabalhando com as redes sociais.
Eu tinha planos, eu queria correr contra o tempo, realizar sonhos antigos, mas que estavam ocultos aqui dentro e vieram à tona.
Mas de que adianta comer mel sem degustar o sabor do doce?
O universo me mandou um freio. Eu tive medo. Muito medo de perder minha 'bixinha', e agora entendo que o medo também era de perder minhas raízes, minha essência.
Essência essa que eu ainda tô descobrindo que existe, mas que tá aqui.
Que pai Omulu e pai Xangô estão juntos e presentes na minha vida, não tenho dúvidas. Na beira do abismo eu sempre recebi mãos estendidas pra continuar a caminhar. E tenho fé, tenho a certeza de mais um ciclo se iniciou.



















































