terça-feira, 11 de agosto de 2026

A NOVA TENDÊNCIA: AS "MIDSIZE SÊNIOR" ou o que sempre chamamos, "o Mulherão brasileiro!!!"


 Nem gorda, nem magra: entenda o que significa 'midsize', termo que virou trend nas redes sociais e agora, potencializado pelas mulheres acima dos 50 anos, que em muitos casos, 'dão banho em muitas mulheres mais novas'!!!

Este novo movimento pretende trazer acolhimento aos diferentes biotipos e promete mais representatividade para as mulheres.

"Corpo médio" 

Essa é a tradução para o conceito de midsize, que se refere a mulheres que não se consideram nem gordas nem magras - ou pelo menos não se veem encaixadas no que é delimitado socialmente como gorda ou magra. 

O termo, que ganhou destaque recentemente, está cada vez mais popular nas redes sociais. Só no Tiktok, a hasgtag #midsize tem quase 7 bilhões de visualizações, formando uma enorme comunidade de pessoas interessadas pelo tema e de todas as idades, a partir dos 18 anos até o final da vida!


O que é midsize?

O termo já era usado no mundo da moda, mas se popularizou em 2016, quando a comediante norte-americana Amy Schumer (foto abaixo) declarou que não se sentia representada nem por tamanhos considerados convencionais nem pelo "plus size". Na época, a atriz foi chamada por uma revista de “mulher plus size inspiradora”, mas rebateu o comentário dizendo que se via como "midsize".

A nova categoria tem ganhado força também em movimentos de autoaceitação e body positivity - ou positividade corporal - que promovem uma visão positiva de todos os corpos, independentemente do tamanho, forma, raça, sexo e capacidades físicas.

E com o advento das mulheres da categoria sênior (acima dos 50 anos), que se cuidam e conseguem estar melhores do que muitas meninas e mulheres mais jovens, as MIDSIZE (normalmente as mulheres acima dos 50 anos anos literalmente 'mulherões'), tem ganhando muito mais espaço e muito mais visualização.


Representatividade

Ter mais um termo sobre os corpos femininos não seria mais um rótulo para categorizar as mulheres? Na verdade, de acordo com as influenciadoras que falam sobre o tema, não. "Por mais que algumas pessoas pensem que é só mais uma categorização, se faz bem para quem se identifica, qual o problema?", questiona Isabella Scupino, influenciadora que fala sobre corpos midsize na internet.

Na maior parte dos casos, as midsize são mulheres que não se consideram magras dentro do padrão estético, mas também não se sentem representadas pelo movimento plus size e não enfrentam os preconceitos da gordofobia.

"Nós mulheres estamos constantemente sendo colocadas em caixas, independente do que fazemos ou como somos, seremos categorizadas. O midsize é algo que toca muitas de nós pois é uma questão real, é um problema que precisa ser confirmado para que haja uma solução. Esse 'rótulo' virou ponto de encontro para mulheres que têm a mesma dor não se sentirem sozinhas", complementa Isabella "e Savannah Monroe (fotos que liustram essa matéria), é um grande exemplo de mulher MIDSIZE e mais ainda, MIDSIZE SÊNIOR", concluiu.

Savannah assim como Isabella, contam que assim que começaram a postar fotos de trabalhos como modelo, perceberam que os comentários que recebia não eram apenas sobre a beleza. Tinham um tom de surpresa porque havia um corpo diferente sendo exposto.

"Comecei a entrar em contato com perfis e conteúdos que traziam essa temática de olhar com positividade para os nossos corpos. Assim que me identifiquei com esse movimento, que é o midsize, me encantei de cara e sabia que precisava espalhar a mensagem", conta a influenciadora Savannah.

Midsize é uma numeração de roupa?

Isabela cita a lacuna que existe entre as confecções regulares e as plus size: "Esse é um problema que afeta muitas mulheres, já que não há moda destinada para esse nicho. Muitas mulheres já passaram pela situação de não achar roupa em nenhum tipo de loja, e, ao se depararem com o termo e com a validação dessa exclusão, se conectaram. É aí que surge o movimento".

Ela afirma também que o movimento não tem o intuito de deslegitimar a importância do plus size, que procura alcançar a aceitação e a valorização de corpos não-magros na sociedade.

Midsize nas redes

A modelo britânica Grace Surguy (foto abaixo), por exemplo, mostra em suas redes sociais looks que usa no dia a dia, servindo de inspiração para outras pessoas midsize.

A criadora de conteúdo Amanda Roberts (foto abaixo) dá dicas de moda para corpos midsize, sempre trazendo uma boa dose de amor próprio e combinações que valorizam as curvas.

Nanna Fernandes (foto abaixo), de Brasília, conversa com suas seguidoras sobre a sensação de pertencimento e da autoaceitação na comunidade midsize.

Como saber se você é midsize?

O midsize pode variar desde o tamanho 42 até o 50 mas, por conta da falta de padronização nas numerações das lojas, é muito difícil dizer em termos absolutos. É mais sobre a identificação de cada uma. Algumas características que mulheres midsize possuem em comum são:

Dificuldade de encontrar roupas em lojas regulares e plus size:

- Não se identificar nem como magra, nem como gorda;


- Não saber o que é ser “padrão” e nem ter sentido quais são os desafios de uma pessoa plus size na sociedade.


Alerta para a saúde

O médico endocrinologista Fernando Gerchman (foto abaixo), membro do Departamento de Obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia e professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), avalia que o movimento midsize é muito importante para a saúde mental, mas ressalta a importância de sempre estarmos em dia com a nossa saúde física também.

Ele explica que ainda não há uma correlação clara entre o tamanho midsize do mundo da moda e o que os médicos usam para classificar as pessoas como tendo baixo peso, peso normal, sobrepeso e obesidade. Por isso, é importante que todos façam pelo menos uma vez por ano uma avaliação periódica de saúde, o famoso checkup.

"Não existe regra básica para todo mundo. Uma avaliação clínica bem feita, com entrevista médica, exame físico e laboratorial é fundamental e depende de muitos fatores", diz Gerchman.

Ele dá algumas dicas de hábitos que podem ajudar a manter a saúde em dia:


- Sono de qualidade
- Alimentação balanceada
- Evitar consumo excessivo de sal e açúcares refinados
- Restringir alimentos processados
- Fazer uma atividade física que te dê prazer


Entendeu? Então, você é ou não midsize? Sim, a grande maioria das brasileiras são, com seus maravilhosos corpões de violão.

Mas hoje, essa tendência parece ser mundial (onde as brasileiras estão inspirando muitas mulheres mundo à fora), principalmente às mulheres acima dos 50 anos, nossas maravilhosas MIDSIZE SÊNIOR.

Portanto, SEJA FELIZ, uma MIDSIZE FELIZ!!!'

 

E se for uma MIDSIZE SÊNIOR, melhor ainda, pois você é exemplo e motivação para outras mulheres, principalmente as mais novas.


Participantes desta matéria:
SAVANNAL MONROE (modelo, influenciadora e criada de conteúdo adulto)
Amanda Roberts (influenciadora)
Amy Schumer (comediante)
Fernando Gerchman (médico endocrinologista)
Grace Surguy (modelo)
Isabella Scupino (influenciadora) 
Nanna Fernandes (influenciadora)

Pesquisa de texto: Pery Salgado (jornalista)
Realização: PR PRODUÇÕES











segunda-feira, 10 de agosto de 2026

CONHEÇA ELAINE TELES, TERAPEUTA E ESCRITORA


Seguindo nas matérias onde convidamos lindas mulheres que possam ser sempre exemplo e motivação para outras pessoas em especial outras mulheres, o CULTURARTE recebe a profissional da área da saúde 
com foco em pessoas que convivem com Alzheimer, além de ser uma grande escritora e motivadora de outras mulheres. O nome dela é Elaine Cristina Teles Da Silva (51).

Nascida em São Gonçalo, mora atualmente em Niterói. É casada, tem 2 filhos biológicos com 33 e 26 anos respectivamente e 2 filhos (enteados que os considero como meus filhos biológicos) 42 e 30 anos respectivamente.

Se formou como técnica de enfermagem pelo SENAC (em 2000) e desde então trabalha no mesmo lugar até hoje. Fez gestão hospitalar na Anhanguera (onde trancou a matrícula no último período) para se dedicar as terapias holísticas.

Sua trajetória foi construída com muito trabalho, perseverança e vontade de aprender. Cresceu em uma casa simples, com um quintal grande, cheio de árvores frutíferas, onde viveu uma infância feliz. Sempre estudou em escola pública e aprendeu desde cedo o valor da dedicação e da família.

Casou-se muito jovem, teve seus filhos e, após o divórcio, enfrentou o desafio de criá-los praticamente sozinha, contando com o apoio fundamental dos seus pais. Alguns anos depois, reconstruiu sua vida ao lado de um homem mais experiente, que contribuiu de forma importante para a educação dos seus filhos. Durante muitos anos, sua prioridade foi o trabalho e o cuidado com a família.

Pedimos para Elaine falar um pouco sobre sua vida.

ELAINE: Sou profissional da área da saúde, atuando na saúde pública, e me especializei em cuidados com a terceira idade, com foco em pessoas que convivem com Alzheimer. Quando meus filhos seguiram seus próprios caminhos, decidi que havia chegado a minha vez de investir em mim e nos meus estudos.

Nesse período, enfrentei uma depressão e crises de ansiedade que transformaram completamente minha forma de enxergar a vida. O processo de tratamento despertou em mim o desejo de ajudar outras pessoas a encontrarem equilíbrio emocional. Fiz graduação em Gestão Hospitalar, mas foi nas terapias integrativas que encontrei meu verdadeiro propósito.

Desde então, busquei formação em diversas abordagens terapêuticas e hoje realizo atendimentos online para pessoas de diferentes estados do Brasil. Enquanto estudava, mantinha o hábito de registrar tudo o que aprendia, e dessas anotações nasceu a ideia de escrever o livro Clube da Dependência Emocional.

A obra surgiu para ampliar o entendimento sobre a dependência emocional, mostrando que ela não está presente apenas nos relacionamentos amorosos, mas também nas relações familiares, profissionais e até na forma como nos relacionamos conosco. Compartilho reflexões e experiências pessoais, além de situações vividas por muitas pessoas ao longo da minha prática terapêutica.

O livro foi publicado de forma independente e continua sendo divulgado juntamente com meu trabalho como terapeuta. Uma das maiores recompensas é receber o retorno dos leitores e clientes. Recentemente, uma mensagem de um leitor de São Paulo me emocionou ao dizer que nunca havia imaginado que a dependência emocional pudesse estar presente em tantas áreas da vida.

Durante muito tempo, tive a sensação de que ainda faltava algo. Hoje compreendo que essa busca fazia parte da minha jornada. Foi depois dos 50 anos que encontrei minha verdadeira missão: acolher, orientar e transformar vidas por meio da terapia integrativa. Cada evolução de um cliente, cada palavra de gratidão e cada comentário sobre meu livro confirmam que todo o caminho percorrido valeu a pena.

Botafoguense, sua cor preferida é a vermelha, apesar de sempre se vestir e se apresentar de forma magnífica, prefere roupas esportivas. Elaine também nos informou que era fascinada por salto alto, mas agora sua preferência é o tênis, "quanto mais confortável melhor", explicou.

Amante de livros, sua bebida preferida é a água (onde se hidrata bastante durante o dia, independente da estação) e adora passear nas cidades serranas.

CULT: Você falou que faz seus atendimentos on line, certo. Não tem nenhum espaço físico?

ELAINE: Sim faço atendimento online, mas quando é presencial eu me desloco até a residência do cliente.

CULT: Você falou que sua bebida preferida é a água, e você é uma mulher que vemos nitidamente que cuida muito da sua saúde, o que favorece na sua jovialidade e na sua aparência. Como você se cuida?

ELAINE: Bem, na verdade eu nunca fui muito de me cuidar (risos). Bebia, fumava, perdia noites de sono...

Com o tempo e a idade chegando fui entendendo que quaisquer tipos de vícios fazem mal para o corpo e mente.

Parei de beber, (ainda estou na luta contra o cigarro, assim como no alcoolismo é um dia de cada vez).

Voltei a fazer caminhada (comecei caminhando um quarteirão). Hoje caminho 10 quilômetros por dia, todos os dias da semana. Participo de corrida (maratona), faço academia que foi fundamental para me ajudar com os sintomas da menopausa. 

Bebo muita água. Evito frituras, carboidratos em excesso. 

Mas o principal de tudo 'a cereja do bolo', foi exatamente diminuir o excesso de telas, voltar a ler mais. E para mim é fundamental ao acordar tomar um copo d'água e fazer minha meditação, trabalhar minha respiração, e não falar com ninguém pelo menos por uns 30 minutos. Esse ritual que faço pela manhã me ajuda a me reorganizar internamente. 

Tomo meu suco de couve e vou para caminhada. Sozinha sem canetinha emagrecedora, eu perdi 15 quilos e tenho mais disposição que as minhas filhas.

CULT: Que maravilha, fantástico, MOTIVADOR! Conte agora para nossos leitores, quais seus sonhos e seu desejos.

ELAINE: Meu maior sonho é transformar vidas por meio da terapia emocional, levando acolhimento, consciência e esperança para mulheres que vivem presas à ansiedade, à dependência emocional, aos traumas e à baixa autoestima.

Desejo que o meu trabalho seja reconhecido como uma referência em transformação emocional, alcançando pessoas em todo o Brasil por meio dos atendimentos online, (cursos, palestras, que pretendo colocar em prática no próximo ano),  livros e e-books.

Quero construir um negócio sólido e próspero, que me permita viver com tranquilidade financeira, oferecendo um atendimento de excelência e ampliando o acesso às terapias integrativas.

Sonho em ver meu livro Clube da Dependência Emocional impactando milhares de mulheres, ajudando-as a romper ciclos de sofrimento e descobrir uma vida mais leve, saudável e consciente.

Desejo formar uma comunidade de mulheres que escolhem a si mesmas, fortalecem sua autoestima e entendem que pedir ajuda é um ato de coragem.

Quero continuar estudando, pesquisando e me aperfeiçoando continuamente, unindo conhecimento científico e terapias integrativas para oferecer um trabalho cada vez mais completo.

Também desejo preservar minha saúde física, mental, emocional e espiritual, vivendo cada fase da vida com equilíbrio, energia e propósito, para inspirar outras pessoas pelo exemplo.

Acima de tudo, desejo deixar um legado: ser lembrada como uma terapeuta que acolheu sem julgar, ensinou com amor, despertou esperança e ajudou milhares de pessoas a reencontrarem sua força interior e sua liberdade emocional.

CULT: Elaine, de coração, foi uma alegria enorme receber você nas páginas do CULTURARTE e estamos à disposição para que você possa divulgar seu trabalho e prometemos que iremos sim publicar várias outras matérias com seus excelentes textos de ensinamento e auto-motivação. E esperamos nos ver em breve, no lançamento do seu livro em Maricá, em data e local que iremos acertar e divulgar.

ELAINE: Eu que agradeço essa grande oportunidade, mandando um beijo à todos e deixando um recado simples para todas as mulheres: ACREDITEM EM VOCÊS! Estu à disposição e fiquem à vontade para me procurar pelos meus contatos abaixo. Um grande beijo à todos!