

Muitas coisas não saíram como eu esperava, mas também muitas outras coisas bonitas aconteceram sem eu esperar por elas; algumas pessoas saíram da minha vida e deixaram meu coração um pouco partido, mas também algumas outras vieram do nada para tornar meus dias mais bonitos.
Mas eu acordei e vi que sou uma mulher bem resolvida. Sei meu caminho (aprendi dando muitas topadas) e sei onde chegar. Mas você sabe o que é uma mulher bem resolvida?
Mulher bem resolvida não se preocupa se o cara vai ligar, vai sumir, vai procurar...
Mulher bem resolvida dá a volta por cima... estuda, trabalha, corre atrás, assiste um filme, toma um bom vinho, lê um livro interessante... vive a vida sem desesperar.
Amor para ela é complemento, amor para ela é transbordamento e se vier que venha somar!
Ela sabe o seu valor. Ela se garante, sabe o mulherão que é!!
...mais guerreiros para vencer as batalhas diárias que parecem colocar à prova a confiança naquilo que se é;
...mais humildes para que se aceite os passos do outro, porque cada um constrói seu caminho com a verdade da sua alma e o tanto que carrega de fé!
Se você pensar bem, ainda que haja medo e dúvida, se houver coragem para mudar o ritmo e a direção, haverá oportunidade de recomeçar e reiniciar os seus projetos.
Não dependa de terceiros. Acredite na sua força e na sua coragem. Capacite seus olhos a enxergar além do óbvio e não desista de você nem do que traz aconchego ao seu coração.
Tenha paciência, mas não desperdice as oportunidades de se fazer feliz. Continue sendo sua cura e SEJA FELIZ!!!
Mas a condessa era uma assassina a sangue frio e torturadora? Ou foi vítima de uma grande conspiração? Na foto acima, a atriz Anna Friel caracterizada como Elizabeth Báthory no filme 'Condessa de Sangue' (2008).
Elizabeth Báthory (em húngaro: Báthory Erzsébet) nasceu em 7 de agosto de 1560, em Nyírbátor. Ela fazia parte da nobreza protestante da Hungria e a família dela controlava a Transilvânia.
Seu tio, Stephen Báthory (imagem acima), era o Rei da Polônia. Ela foi criada no castelo da família em Ecséd até os 15 anos quando se casou.
Em 1575, ela subiu ao altar com o Conde Ferenc Nádasdy. Ele era membro de uma família rica e nobre como a dela, mas a dela era mais influente. Após se casar, a Condessa se mudou para o Castelo de Čachtice, a casa de seu marido, situada nos Pequenos Cárpatos, região da atual Eslováquia.
Uma mulher de muitos talentos
Nádasdy (imagem abaixo)era um soldado nas Guerras Otomanas-Húngaras, por isso Elizabeth Báthory era quem gerenciava os negócios e as propriedades. E ela aparentemente era muito boa nisso.
Embora os rumores de sua natureza sádica circulassem há anos, eles foram repetidamente ignorados, em grande parte porque as vítimas eram camponesas. Foi só quando seu marido Nádasdy morreu, em 1604, que as evidências começaram a surgir. Ela tinha 40 anos. De acordo com os depoimentos, as vítimas iniciais de Elizabeth Báthory eram meninas serviçais com idades entre 10 e 14 anos.
Primeiras vítimas
Segundo relatos, as vítimas eram filhas de fazendeiros vizinhos, atraídas para a Čachtice com promessas de empregos bem remunerados como criadas no castelo. Alega-se também que a condessa começou a assassinar filhas de nobres de baixa patente, que eram enviadas pelos pais ao seu castelo para aulas de etiqueta.
Dizem também que a Condessa começou a matar filhas da nobreza menor, que eram enviadas ao seu castelo por seus pais para aprender etiqueta. Outras testemunhas também disseram que ela usou agulhas para torturar suas vítimas. Outros ainda acrescentaram que ela queimou as meninas com pinças quentes e depois as colocou em água gelada. Há também relatos dizendo que ela cobria suas vítimas com mel e formigas vivas.
Sede de sangue
Elizabeth Báthory também é suspeita de se alimentar de suas vítimas, embora não haja evidências para apoiar essa alegação.
A Condessa é talvez mais famosa na cultura popular por supostamente beber o sangue de suas vítimas. As lendas também afirmam que ela se banhava no sangue de suas jovens vítimas na tentativa de preservar sua juventude.
Investigações
Em 1610, o rei Matthias II (imagem acima) designou György Thurzó (imagem abaixo), o Palatino da Hungria, para investigar a Condessa. Thurzó (imagem abaixo) ordenou que dois oficiais coletassem informações. Eles conseguiram depoimentos de mais de 300 testemunhas entre 1610 e 1611. Thurzó prendeu a Condessa no castelo junto com quatro supostos cúmplices. Os homens de Thurzó teriam encontrado uma garota morta, uma morrendo e outra ferida, enquanto outras meninas eram mantidas presas.
Julgamento
Os servos de Báthory foram acusados de serem seus cúmplices e foram julgados. Mas a influência e o status social da Condessa a impediam de ser levada ao tribunal.
Dezenas de testemunhas depuseram contra a Condessa. Embora Thurzó, o detetive, tenha determinado que a Condessa havia torturado e matado mais de 600 meninas, a contagem oficial no julgamento era de 80. Embora nunca tenha sido julgada, a Condessa Báthory ficou confinada em seus aposentos no Castelo Čachtice. A Condessa teria sido trancada em um conjunto de quartos, com apenas pequenas fendas abertas para ventilação e passagem de alimentos. Ela permaneceu lá até morrer três anos depois, em 21 de agosto de 1614.
Legado (???)
Embora as evidências do julgamento apoiem as acusações contra Báthory, pesquisas mais recentes questionam a veracidade das alegações. Ela era uma mulher poderosa e competente que governava sua propriedade eficientemente, o que sugere que havia razões políticas para tirá-la de cena.
Além disso, o Rei Matthias II devia uma grande soma de dinheiro à família Báthory, dívida esta que foi cancelada depois do escândalo, aumentando ainda mais a hipótese de que as acusações contra ela foram calúnias fabricadas que permitiram a seus parentes se apropriarem de suas terras.
O "poder" das mulheres ruivas, muitas vezes considerado místico, é uma mistura de raridade genética (apenas 1-2% da população mundial) com fortes associações culturais.
Aspectos Científicos e Genéticos (Os "Superpoderes")
Resistência à Dor: Estudos da Universidade McGill mostraram que mulheres ruivas podem suportar cerca de 25% mais dor do que loiras ou morenas, devido a uma mutação no gene MC1R.
Sensibilidade Térmica: O mesmo gene MC1R faz com que ruivos sejam mais sensíveis a mudanças de temperatura (frio e calor), relatam estudos da Universidade de Louisville.
Produção de Vitamina D: Devido à pele clara, ruivos têm maior facilidade em absorver luz solar e produzir vitamina D, o que beneficia o sistema imunológico e a força muscular.
Sensibilidade à anestesia: Embora resistam mais à dor, relatos indicam que podem precisar de doses diferentes de anestesia.
Poder Cultural e Simbólico
Raridade e Mistério: Por serem raras, as ruivas sempre foram alvo de fascínio, muitas vezes associadas a lendas, contos de fadas e figuras poderosas/problemáticas da história e literatura.
Intensidade e Personalidade: O ruivo é associado à paixão, energia e força emocional. No aparência e visibilidade, transmite uma imagem de ousadia, criatividade e autenticidade.
Ícones de Moda e Estilo: O tom é sinônimo de "poder" no cenário da moda e no cinema, com celebridades como Nicole Kidman e Anya Taylor-Joy reforçando a imagem de protagonistas marcantes.
Associação à Beleza e Sedução: Frequentemente percebidas como confiantes, intensas e com forte apelo magnético.
Em suma, as mulheres ruivas carregam uma herança genética única que se traduz em características físicas distintas e uma reputação cultural de força e inconfundibilidade.