segunda-feira, 31 de agosto de 2026

TERAPEUTA E ESCRITORA ELAINE TELES É A MUSA OUTONO INVERNO 2026


 Como acontece todos os anos, a PR PRODUÇÕES através de processo de seleção de algumas candidatas, escolhe a MUSA OUTONO INVERNO 2026. Dentre as que participaram deste processo, a produtora escolheu como a Musa de 2026, a terapeuta e escritora ELAINE TELES, que estará em Maricá no sábado dia 12 de setembro lançando o seu livro CLUBE DA DEPENDÊNCIA EMOCIONAL, na FEIRA VIRTUOSA DE EMPREENDIMENTO FEMININO, na AMVM (Associação de Mulheres Virtuosas de Maricá).


QUEM É ELAINE TELES?

Nascida em São Gonçalo, mora atualmente em Niterói. É casada, tem 2 filhos biológicos com 33 e 26 anos respectivamente e 2 filhos (enteados que os considero como meus filhos biológicos) 42 e 30 anos respectivamente.

Se formou como técnica de enfermagem pelo SENAC (em 2000) e desde então trabalha no mesmo lugar até hoje. Fez gestão hospitalar na Anhanguera (onde trancou a matrícula no último período) para se dedicar as terapias holísticas.


Sua trajetória foi construída com muito trabalho, perseverança e vontade de aprender. Profissional da área da saúde, atuando na saúde pública, se especializou em cuidados com a terceira idade, com foco em pessoas que convivem com Alzheimer. Quando seus filhos seguiram seus próprios caminhos, decidiu que havia chegado a sua vez de investir nela e nos seus estudos.

Enquanto estudava, mantinha o hábito de registrar tudo o que aprendia, e dessas anotações nasceu a ideia de escrever o livro Clube da Dependência Emocional.

Quer conhecer mais sobre Elaine? Acesse https://culturarteenpr.blogspot.com/2026/08/conheca-elaine-teles-terapeuta-e.html e conheça sua história completa.

E não perca a oportunidade de estar com ela ao vivo e adquirir sua obra no sábado 12 de setembro das 10 às 17 horas na quarta edição da FEIRA VIRTUOSA DE EMPREENDIMENTO FEMININO, na AMVM, onde estará recebendo (com todos os méritos) o seu certificado de MUSA OUTONO INVERNO 2026.

Elaine espera por você! E nós também!!!




UMA GUERREIRA COM “MÃOS DE OURO”: A HISTÓRIA DA 'MENINA DO CROCHÊ'!

 



 Habilidade nasce realmente com cada ser? Ou no decorrer da nossa vida podemos desenvolver, e até mesmo sob enorme força de vontade ou grande desafio conseguimos aprender aquilo que nunca imaginávamos ter capacidade para tal. 

E ai, vemos que o mundo está repleto de seres dotados das mais interessantes capacidades.

Nessa matéria, vamos conhecer D. Edith Sodré (75 lindos anos muito bem vividos) que mostrou ainda muito jovem à sua avó que conseguiria fazer as peças mais lindas de crochê, mesmo que em momento nenhum contasse com o apoio dela.


Nascida em Cabuçu de Itaboraí (na época São Gonçalo, hoje Itaboraí), sua infância foi com sua mãe e o seu pai, um pequeno agricultor. Nesta vida de lavoura, onde havia fartura (pois comiam tudo o que plantavam) dada pela terra, faltava outros gêneros básicos. Eram momentos difíceis. Seu pai já é falecido, mas ainda vive com sua mãe (D Ilda, 94 anos) num sítio entre Itapeba e o Retiro.

Sua vida sempre foi de muita luta, a infância muito difícil principalmente por que precisamos morar na casa da sua avó, uma senhora extremamente racista, e que tinha grande aversão pela jovem Edith, uma criança negra. Sua avó, nunca chamou Edith pelo seu nome e só a chamava de “negra Moçambique”.

Mas a avó de Edith era eximia crocheteira, bordava pontos de cruz, era costureira, mas nunca se dispôs em ensinara nada para a neta “negra”, apesar de Edith ser apaixonada por tudo que sua avó fazia. Ela na verdade só ensinou algo à sua irmã e sua prima, pois a primeira neta foi ela quem a criou e se trancava no quarto com a sua irmã e sua prima e Edith, ficava na janela ouvindo a avó explicar para as meninas como era o ponto de cruz. Edith, da janela, só em ouvir e pouco olhar (embora fosse o suficiente para ela) já entendia como tudo era feito e foi aprendendo tudo, com os dons que Deus lhe emprestou.

O crochê foi ficando mais difícil, sua irmã e sua prima não conseguiam aprender e então a mãe de Edith pediu que a avó lhe ensinasse a arte e teve como resposta uma frase seca: “não vou perder tempo não, vou dar apenas uma explicação e vou parar”.

Mas a explicação foi mais do que suficiente e em apenas um dia, Edith aprendeu e com o tempo foi se aperfeiçoando.

Na época, na roça não havia meios de uma sobrevivência adequada, ai Edith passou a cortar capim para lojas de vidros, para lojas de colchões, fez tapetes, até que um dia vendo uma revista de fotonovela (que faziam muito sucesso na época) viu o anúncio de uma revista de crochê  e pediu ao seu pai que a ajudasse (na época Cr$ 7,50 – sete cruzeiros e cinquenta centavos). Mas quando a revista chegou pelos Correios, Edith já tinha algum dinheiro, fruto do seu trabalho e não precisou da ajuda do pai. Foi ai que deslanchou, fazendo inúmeras peças apenas estudando e observando o que estava na revista.

Começou fazendo três peças, colocando na bolsa e saindo para vender. Vendeu tudo e tinha dinheiro até para voltar para casa de ônibus. Estava no ponto da praça Padre Carvalho Batalha onde hoje existe o laboratório Sérgio Franco no centro de São Gonçalo.

Uma senhora, chamada Miriam puxou conversa com Edith perguntando se ela sabia fazer vestido de crochê, por que a mãe dela (D. Fina) queria um e estava difícil encontrar quem fizesse.

Mesmo sem nunca ter feito algo parecido, Edith afirmou que fazia. Miriam que forneceu quatro novelos (o vestido era cumprido). Fez então o primeiro vestido no estilo rococó, manga ¾, lindo, uma obra de arte. Miriam adorou o vestido e ficou mais impressionada quando Edith devolveu dois novelos que não foram utilizados. Ficou tão satisfeita com tamanha honestidade que encomendou outro vestido para outra pessoa. Pediu 8 novelos, o vestido era mais complexo e com muito mais detalhes e é claro, ficou lindo. As encomendas iam se multiplicando para D. Fina e para Miriam.

Um certo dia a professora Heloisa Helena estava com casamento marcado e queria um vestido diferente. Foi mais uma indicação de Miriam, mostrando tudo o que Edith fazia e a encomenda de um vestido de noiva, todo de crochê foi fechado. Na época, na casa de Edith ainda não existia luz elétrica e ela só trabalhava durante o dia pois a noite, a luz da lamparina erra muito fraca. O vestido ficou pronto em uma semana.

Depois disso, ficou conhecida como a “Menina do Crochê” e até hoje é conhecida assim.

Teve um Box no Mercado das Artes em Maricá durante anos, mas o horário de funcionamento impossibilitou que continuasse por lá.

Mesmo adoentada, devido a uma bronquite, Edith não parava e confessa que ganhou muito dinheiro com suas peças, verdadeiras obras de arte.

Hoje, com 70 anos, sente saudades daquela época, mas continua na luta e fazendo coisas cada vez mais incríveis. 

Viúva, sente saudades do marido que afirma ter sido maravilhoso com ela. Foram 30 anos juntos, uma vida de sacrifícios, mas, superou com seu crochê e depois se integrando ao coletivo TRAMA CRIATIVA, apresentado por Pricilla Darmont à responsável do coletivo Delaney Brito (agora vendendo produtos da Natura) está se levantando novamente.

D. Edith hoje é uma das diretoras da TRAMA CRIATIVA, coletivo que reúne diversas artesãs de Maricá.

Essa é um pouquinho da linda história da “Menina do Crochê”.

Telefone para encomendas: 21 97217-3930








sexta-feira, 28 de agosto de 2026

A ENORME DIFERENÇA DE CRESCER E SUBIR NA CARREIRA (principalmente para as mulheres!!!)

 


Ela foi promovida numa sexta-feira. Na segunda, já almoçava diante do computador. 


Em poucos meses, o salário aumentou, o nome passou a aparecer nas reuniões importantes e as pessoas começaram a tratá-la com um respeito que antes não existia. 

Também vieram a insônia, a irritação em casa e o medo constante de não conseguir manter o lugar conquistado.

Para todos, ela estava crescendo.

Na prática, estava apenas subindo.

Nossa sociedade entende bem de altura. Compara cargos, casas, corpos, viagens, resultados. Sabe identificar quem chegou primeiro e quem ficou para trás. 

Quase nunca considera quanto daquela conquista foi pago com saúde, afeto, descanso e liberdade.

A perfeição faz muita gente viver escondendo qualquer sinal de cansaço. O status obriga a sustentar uma aparência, mesmo quando tudo já perdeu o sentido. 

A comparação transforma a vida alheia numa régua permanente. A pressa rouba o gosto das coisas antes que elas possam ser vividas.

Por fora, movimento. Por dentro, uma pessoa que já não consegue passar uma tarde sem culpa, recusar um pedido sem medo ou receber uma crítica sem sentir que perdeu valor.

Crescimento aparece em mudanças menos vistosas. Alguém que começa a dizer “não” antes de chegar ao esgotamento e as doenças começam a aparecer. 

Uma mulher que interrompe uma relação onde precisava diminuir a própria voz. Uma mulher que se cala e que acaba se oprimindo.

Um ser que pede ajuda depois de passar anos fingindo controle. Uma pessoa que aceita ganhar menos para voltar a dormir, conviver, cuidar do corpo e reconhecer a própria vida.

Nada disso costuma receber aplausos. Ainda assim, exige uma coragem maior do que continuar correndo.

Subir modifica o lugar que ocupamos diante dos outros.

Crescer modifica a maneira como habitamos esse lugar, como tratamos quem caminha conosco e o quanto de nós permanece vivo depois de cada conquista.

Chegar mais alto perdendo o sono, os vínculos e a própria voz deixa uma conta que o tempo sempre cobra. 


Sejamos então como a LUA, que vive muitas vezes sozinha, mas nunca deixa de brilhar. Ou que sejamos com o nosso Astro Rei, aprendendo a crescer, sabendo subir, ascender sem medo de que às vezes essa caminhada acontece sozinha, mas como o Sol, que também é solitário, mas nunca deixa de brilhar!!!


Texto: Pery Salgado (jornalista)
Imagens: arquivo CULTURARTE
Realização: PR PRODUÇÕES





quarta-feira, 26 de agosto de 2026

SEJA SUA MUSA E VIVA A VIDA INTENSAMENTE! por Renata Moreira (homenagem ao dia dos Psicólogos)

Aproveitando a nobre data do Dia dos Psicólogos (27 de agosto), compilamos vários pensamentos da bela e talentosa Psicóloga Renata Moreira (de Niterói - RJ), para parabenizar todos os profissionais da área e para deixar um grande pensamento trazido por ela: VIVA INTENSAMENTE!


 Viva intensamente, sinta a natureza, beije para sentir o amor, sinta saudade para valorizar o momento, ame para entender o quanto as pessoas e os sentimentos são importantes, chore para purificar a alma, nunca desista da vida, seja feliz nos detalhes...

Todos os dias pela manhã quando falo com Deus, eu digo: 'tomara que nossas vontades coincidam... mas se não, que a vontade do Dono dos meus dias prevaleçam!'

Que a vida me conduza por caminhos surpreendentes...

Confie no tempo de Deus, acredite no poder de sua fé e nunca se esqueça de que as coisas com Ele são possíveis...


Lembre-se: a sua história tem valor, sua voz tem poder e seus sonhos merecem ser vividos... continue sempre acreditando no seu plantio!

A vida tem um jeito bonito de mostrar que tudo acontece no tempo certo... o que é verdadeiro não se perde... o que é pra ser, se encontra no caminho... o que é de Deus sempre chega nas nossas vidas no tempo Dele!

A verdadeira elegância é revelada na forma como uma mulher conduz a sua própria vida: com propósito, serenidade e confiança!!!

Minha vida... minhas regras... meu caminho... minhas escolhas... minhas lições... meu crescimento... minha história.

Eu sou a dona do meu caminho guiada pela espiritualidade,  vivo com coragem, determinação e empatia, fé e toda a minha gratidão!

Disciplina é  o que me move... propósitos é o que me guia... Deus é o que me sustenta.... que os nossos dias sejam de grandes colheitas!

Gratidão é a prova que você reconhece a mão de Deus na trajetória da sua vida.


Sou grata a vida e aos meus pais por ter me proporcionando a estudar e a escolher uma profissão de tanta responsabilidade, por entrar na intimidade das pessoas... obrigada à todos que me procuram... obrigada por ser incentivadora por mudanças tão significativas em suas vidas... aos meus pacientes e aos meus assistidos o meu mais profundo respeito, gratidão  e todo carinho e à todo o amor que recebo e que também aprendo muito com as vivências que tenho com vocês!

Seja a sua maior fã,  já que só você sabe dos seus bastidores!

Eu sou a minha própria Musa... pois sou o assunto que melhor conheço!!!

Compilação de textos de Renata Moreira (psicóloga)
Diagramação: Pery Salgado (jornalista)
Realização: PR PRODUÇÕES