domingo, 4 de agosto de 2024

Modelo brasileira é presa em Paris por pintura corporal com símbolos das olimpíadas

 Ravenna Hanniely é conhecida como a musa das Olimpíadas e capa da 'Playboy'


A modelo brasileira Ravenna Hanniely, conhecida como a musa das Olimpíadas e capa da "Playboy" dinamarquesa do mês passado, foi autuada pela polícia francesa enquanto participava de uma sessão de body paint (pintura corporal) nas escadarias da Basílica de Sacré Cœur, em Paris.

Ravenna pintou símbolos das Olimpíadas em seu corpo, o que atraiu a atenção das pessoas no local. A modelo estava finalizando a sessão fotográfica após a pintura quando a polícia chegou e interrompeu.

"A abertura dos Jogos Olímpicos pode ter a Santa Ceia com pessoas seminuas, mas eu não posso fazer uma pintura ao ar livre? Isso é uma hipocrisia", reclama Ravena.

Ela explicou que sua intenção era apenas promover a arte e celebrar o espírito olímpico de uma maneira diferente e que causasse impacto visual. "Eu queria criar algo que simbolizasse a união e a paz que os Jogos Olímpicos representam", explicou.

Ravena ressaltou a importância de continuar buscando formas de expressão artística, mesmo em locais onde possa ser controverso. "A arte deve provocar, questionar e inspirar", afirmou.

Sucesso como atriz pornô

A modelo brasileira Ravena Hanniely (23), que recentemente estrelou a capa da revista Playboy dinamarquesa em junho, fez uma revelação pra lá de polêmica.

Recentemente, revelou uma experiência sexual que é para poucos e poucas.

A modelo afirmou que já teve uma relação íntima envolvendo sete parceiros de uma só vez.

"Já fiz gang bang. Consegui contar seis, sete homens ali comigo, e somente eu de mulher gulosa. Era a principal, estavam todos com os olhos em mim, e eu me deliciei. Foi uma experiência gostosa", contou em entrevista à "Splash".

Confira o vídeo acessando https://asgatasdoculturarte.blogspot.com/2024/08/ravena-hanniely-com-7.html




sábado, 3 de agosto de 2024

ATÉ JÁ!!! por Toninho Gustavo


Você está à beira-mar e vê um navio partindo. Você fica olhando, enquanto ele vai se afastando, cada vez mais longe, até que finalmente aparece apenas um ponto no horizonte. Lá o mar e o céu se encontram. E você diz: “Pronto, ele se foi!". 

Foi aonde? Foi a um lugar que a sua visão não alcança, só isso. Ele continua tão grande, tão bonito e tão imponente como era quando estava perto de você. A dimensão diminuída está em você, não nele e naquele momento em que você disse: "Ele se foi!!!”

Naquele momento em que você disse "Ele se foi!", há outros olhos vendo-o aproximar-se e outras vozes exclamando com alegria: "Ele está chegando".

Texto: Toninho Gustavo



NEGRA, PLUS SIZE, JUDOCA, ORGULHO DO BRASIL: 1º OURO EM PARIS

 Beatriz Souza (26) conquista a primeira medalha de ouro do Brasil em Paris. Em campanha memorável na Cidade Luz, judoca ouviu o hino nacional no topo do pódio após bater a israelense Raz Hershko. Conquista reforça protagonismo das mulheres nas últimas edições olímpicas.


O aguardado primeiro ouro do Time Brasil nos Jogos Olímpicos de Paris 2024, enfim, está anexado ao quadro de medalhas. E ele veio da fonte mais poderosa de conquistas do país no evento de maior prestígio do esporte, o judô, com base na força feminina. Na tarde desta sexta-feira (2/8), Beatriz Souza alcançou a eternidade dourada com uma campanha praticamente impecável. Em dia memorável, o topo do pódio veio contra a israelense Raz Hershko.

Nos Jogos do protagonismo feminino — a equipe verde e amarela tem mais mulheres do que homens pela primeira vez —, a primeira conquista dourada do Brasil não poderia ser conquistada de outro jeito. O ouro também confirma a ascensão delas evidenciada em outras edições olímpicas. Coincidentemente, os primeiros topos de pódio em Londres-2012 e Rio-2016 foram conquistados por judocas: Sarah Menezes e Rafaela Silva. Com a prata de Willian Lima (66kg), o bronze Larissa Pimenta (52kg) e o ouro de Beatriz Souza (+78kg), o esporte chega à 27ª medalha olímpica.

A luta pelo ouro, Bia entrou de branco sob aplausos da torcida. Em boa quantidade, os brasileiros fizeram questão de tentar fazer a diferença no duelo. O confronto entre as judocas foi imediato. Enquanto procurava o encaixe do golpe, a atleta verde e amarela tomava cuidados defensivos. Com 44 segundos, aplicou um waza-ari, com um O-soto-guruma. Mesmo em vantagem, seguiu combativa. A postura minimizava os riscos e possíveis punições. Na reta final da luta, as duas receberam shiddos. O tempo parecia eterno, mas foi controlado na tranquilidade da atleta do país para ser eternizado.

A trajetória de Bia rumo à medalha olímpica foi gloriosa. Participando pelas primeira vez de uma edição de Jogos Olímpicos, não se intimidou com as adversidades ao longo do caminho e acumulou vitórias memoráveis. Na estreia, a brasileira precisou de apenas 41 segundos para aplicar harai-goshi e vencer a nicaraguense Izayana Marenco por ippon. A tranquilidade deu confiança à judoca verde e amarela.

Nas quartas de final, viveu momento com certa polêmica. No Golden Score, a sul-coreana Kim Hayun partiu ao ataque e engatou um golpe arriscado. Primeiro, a arbitragem marcou ippon para a asiática. Na revisão, mudou a decisão e sinalizou waza-ari e vitória de Bia. Na semifinal, veio duelo mais difícil. Além de ser a atual número um do mundo, a francesa Romane Dicko lutava com o apoio da torcida. Mas isso não se refletiu no tatame: sofreu um ippon no golden score, a prorrogação do judô.

Durante o ciclo olímpico rumo a Paris-2024, Beatriz Souza havia demonstrado bastante potencial de se tornar uma medalhista olímpica. A judoca de 26 anos foi campeã do Grand Slam de Baku, no Azerbaijão, e do Grand Prix de Linz, na Áustria. Em Mundiais, faturou pratas nas edições de 2021 e 2023. Agora, está na eternidade da modalidade no país, com a medalha conquistada nos Jogos Olímpicos da França.

Medalha de ouro, Bia Souza tem marca de roupas plus size: 'Criada depois de um desabafo'

A primeira medalha de ouro do Brasil nas Olimpíadas de Paris veio nesta sexta-feira, dia 2, com a judoca Beatriz Souza, a Bia, de 26 anos. Ela, que compete na categoria de 78 kg, viu no esporte um meio de sobrevivência, mas também de recuperar a autoestima.

"Na infância, eu não ligava para o que achavam do meu corpo. Mas isso mudou na adolescência, quando passei a me destacar por ser muito grande e muito alta, principalmente se comparada às amigas pequenininhas. Eu me sentia desconfortável, porque não sabia como lidar, nem me aceitava. Foi uma fase difícil. Observando as pessoas à minha volta, na minha categoria, e com a minha principal adversária técnica, Maria Suelen Altheman, eu aprendi que a melhor coisa que poderia fazer por mim era amar meu próprio corpo. E, assim, simplesmente me acostumei a gostar dele. O esporte me empoderou e mostrou o poder gigantesco que tenho dentro de mim", disse a atleta à "Glamour", em julho.

Fazer as pazes com o espelho a ajudou também a pensar além da própria carreira. E investiu em uma marca de roupas plus size, após desabafar com a cunhada a insatisfação com as peças de roupa que encontrava.

"Eu sou sócia de uma loja de roupas com minha cunhada: Nega chique. São roupas pluse size, tamanhos grandes. É muito difícil pra gente, que é grande, tem costas largas, não só por ser mais gordinha. O tamanho G de uma loja de departamento não entra no meu braço. Eu queria muito achar loja roupa grande que coubesse em mim, me fizesse me sentir bem e não fosse feio. Não quero comprar roupa grande com estampa de vovó. Minha cunhada gostou da minha ideia, depois do desabafo que fiz, e ela me chamou para ser sócia", disse Bia ao canal "Podsport", no ano passado.






sexta-feira, 2 de agosto de 2024

A NOVA TENDÊNCIA: AS "MIDSIZE" ou o que sempre chamamos, "Mulherão brasileiro"


 Nem gorda, nem magra: entenda o que significa 'midsize', termo que virou trend nas redes sociais

Este novo movimento pretende trazer acolhimento aos diferentes biotipos e promete mais representatividade para as mulheres.

"Corpo médio" 

Essa é a tradução para o conceito de midsize, que se refere a mulheres que não se consideram nem gordas nem magras - ou pelo menos não se veem encaixadas no que é delimitado socialmente como gorda ou magra. 

O termo, que ganhou destaque recentemente, está cada vez mais popular nas redes sociais. Só no Tiktok, a hasgtag #midsize tem quase 7 bilhões de visualizações, formando uma enorme comunidade de pessoas interessadas pelo tema e de todas as idades, a partir dos 18 anos até o final da vida!

O que é midsize?

O termo já era usado no mundo da moda, mas se popularizou em 2016, quando a comediante norte-americana Amy Schumer (foto abaixo) declarou que não se sentia representada nem por tamanhos considerados convencionais nem pelo "plus size". Na época, a atriz foi chamada por uma revista de “mulher plus size inspiradora”, mas rebateu o comentário dizendo que se via como "midsize".

A nova categoria tem ganhado força também em movimentos de autoaceitação e body positivity - ou positividade corporal - que promovem uma visão positiva de todos os corpos, independentemente do tamanho, forma, raça, sexo e capacidades físicas.

Representatividade

Ter mais um termo sobre os corpos femininos não seria mais um rótulo para categorizar as mulheres? Na verdade, de acordo com as influenciadoras que falam sobre o tema, não. "Por mais que algumas pessoas pensem que é só mais uma categorização, se faz bem para quem se identifica, qual o problema?", questiona Isabella Scupino, influenciadora que fala sobre corpos midsize na internet.

Na maior parte dos casos, as midsize são mulheres que não se consideram magras dentro do padrão estético, mas também não se sentem representadas pelo movimento plus size e não enfrentam os preconceitos da gordofobia.

"Nós mulheres estamos constantemente sendo colocadas em caixas, independente do que fazemos ou como somos, seremos categorizadas. O midsize é algo que toca muitas de nós pois é uma questão real, é um problema que precisa ser confirmado para que haja uma solução. Esse 'rótulo' virou ponto de encontro para mulheres que têm a mesma dor não se sentirem sozinhas", complementa Isabella.

Isabella conta que assim que começou postar fotos de trabalhos como modelo, percebeu que os comentários que recebia não eram apenas sobre a beleza. Tinham um tom de surpresa porque havia um corpo diferente sendo exposto.

"Comecei a entrar em contato com perfis e conteúdos que traziam essa temática de olhar com positividade para os nossos corpos. Assim que me identifiquei com esse movimento, que é o midsize, me encantei de cara e sabia que precisava espalhar a mensagem", conta a influenciadora.

Midsize é uma numeração de roupa?

Isabela cita a lacuna que existe entre as confecções regulares e as plus size: "Esse é um problema que afeta muitas mulheres, já que não há moda destinada para esse nicho. Muitas mulheres já passaram pela situação de não achar roupa em nenhum tipo de loja, e, ao se depararem com o termo e com a validação dessa exclusão, se conectaram. É aí que surge o movimento".

Ela afirma também que o movimento não tem o intuito de deslegitimar a importância do plus size, que procura alcançar a aceitação e a valorização de corpos não-magros na sociedade.

Midsize nas redes

A modelo britânica Grace Surguy, por exemplo, mostra em suas redes sociais looks que usa no dia a dia, servindo de inspiração para outras pessoas midsize.


A criadora de conteúdo Amanda Roberts (foto abaixo) dá dicas de moda para corpos midsize, sempre trazendo uma boa dose de amor próprio e combinações que valorizam as curvas.

Nanna Fernandes (foto abaixo), de Brasília, conversa com suas seguidoras sobre a sensação de pertencimento e da autoaceitação na comunidade midsize.

Como saber se você é midsize?

O midsize pode variar desde o tamanho 42 até o 50 mas, por conta da falta de padronização nas numerações das lojas, é muito difícil dizer em termos absolutos. É mais sobre a identificação de cada uma. Algumas características que mulheres midsize possuem em comum são:

Dificuldade de encontrar roupas em lojas regulares e plus size;

- Não se identificar nem como magra, nem como gorda;
- Não saber o que é ser “padrão” e nem ter sentido quais são os desafios de uma pessoa plus size na sociedade.


Alerta para a saúde

O médico endocrinologista Fernando Gerchman, membro do Departamento de Obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia e professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), avalia que o movimento midsize é muito importante para a saúde mental, mas ressalta a importância de sempre estarmos em dia com a nossa saúde física também.

Ele explica que ainda não há uma correlação clara entre o tamanho midsize do mundo da moda e o que os médicos usam para classificar as pessoas como tendo baixo peso, peso normal, sobrepeso e obesidade. Por isso, é importante que todos façam pelo menos uma vez por ano uma avaliação periódica de saúde, o famoso checkup.

"Não existe regra básica para todo mundo. Uma avaliação clínica bem feita, com entrevista médica, exame físico e laboratorial é fundamental e depende de muitos fatores", diz Gerchman.

Ele dá algumas dicas de hábitos que podem ajudar a manter a saúde em dia:

- Sono de qualidade
- Alimentação balanceada
- Evitar consumo excessivo de sal e açúcares refinados
- Restringir alimentos processados
- Fazer uma atividade física que te dê prazer

Entendeu? Então, você é ou não midsize? Sim, a grande maioria das brasileiras são, com seus maravilhosos corpões de violão.

Portanto, SEJA FELIZ, uma MIDSIZE FELIZ!!!

Participantes desta matéria:
Amanda Pereira (bombeiro civil e orientadora de trânsito)
Amanda Roberts (influenciadora)
Amy Schumer (comediante)
Angela Taylor (modelo)
Becky Crocker (modelo)
Bethânia Souza (modelo)
Carla Dias Lopes (modelo, técnica de enfermagem e bombeiro civil)
Célia Tavares (servidora municipal na área de educação)
Fernando Gerchman (médico endocrinologista)
Grace Surguy (modelo)
Isabella Scupino (influenciadora) 
Nanna Fernandes (influenciadora)
Neringa Križiūtė (modelo)
Selena Castle (modelo)
Stephanie (modelo)
Sthela Machado (modelo)
Victoria Matos (modelo e influenciadora)
Vivi Limma (modelo e influenciadora)
Yoná Galvão (modelo)

Pesquisa de texto: Pery Salgado (jornalista)
Realização: PR PRODUÇÕES










quinta-feira, 1 de agosto de 2024

COMO NÃO AMAR O MAR? com Amanda Pereira


 
Silêncio, o mar. 

Estou aqui hoje para tomar um banho e refletir. 

Às vezes, precisamos de um momento de paz para nos reconectar com nós mesmos e com a natureza ao nosso redor.

 A imensidão do oceano sempre me trouxe uma sensação de tranquilidade e perspectiva.

Enquanto as ondas quebram suavemente na areia, sinto-me grato por esses instantes de solitude.

 A água salgada refresca a alma e limpa os pensamentos, permitindo que novas ideias e energias fluam livremente. 

Aproveito este momento para respirar fundo, meditar e encontrar clareza para os desafios e sonhos que estão por vir.

Que todos nós possamos encontrar esses momentos de serenidade em meio à correria do dia a dia. 

E que possamos sempre lembrar da importância de parar, refletir e nos cuidar.

Modelo: Amanda Pereira (orientadora de trânsito e bombeira civil)
Texto adaptado: Pery Salgado (jornalista)
Realização: PR Produções